Ao Vivo

estadao

Eleições EUA 2016

O republicano Donald Trump foi eleito o 45º presidente dos EUA nesta quarta-feira, 9, de forma inesperada e contrariando as pesquisas que haviam sido divulgadas.

Confira a repercussão do resultado dessa votação pelo mundo.

ACOMPANHE AO VIVO

Atualizar
  • 19h08

    09/11/2016

    Encerramos por aqui a cobertura ao vivo minuto a minuto das eleições americanas. O Estadão agradece a audiência e até a próxima!

  • 19h01

    09/11/2016

     Relembre quem foram os outros 44 presidentes dos EUA antes de Donald Trump

  • 18h54

    09/11/2016

    Com eleição de Trump, dólar sobre e fecha a R$ 3,22, confira mais números do mercado nesta quarta

  • 18h47

    09/11/2016

    O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, vai encontrar em sua mesa assim que assumir um importante dossiê: uma disputa com o Brasil no comércio de aço, sua principal bandeira usada na campanha para angariar o voto dos descontentes com a globalização. O Itamaraty vai abrir uma queixa contra o governo dos EUA na Organização Mundial do Comércio (OMC) e se o processo será ainda iniciado sob a gestão de Barack Obama, será no governo de Trump que o caso de fato terá de ser lidado. 

  • 18h35

    09/11/2016

    Políticos brasileiros usaram as redes sociais ao longo do dia para comemorar e criticar a vitória de Donald Trump sobre Hillary Clinton na eleição presidencial nos EUA. A vitória do candidato republicano surpreendeu deputados, senadores, vereadores, ministros e até uma das autoras do processo de impeachment de Dilma Rousseff, a advogada Janaina Paschoal. Entre protestos e elogios, a maioria analisou quais serão as possíveis consequências políticas de Trump à frente da Casa Branca.

    Veja a repercussão:

    “Parabenizo o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, e desejo que sua gestão seja serena e aberta ao diálogo.” - Marcos Pereira (PRB), Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços

    “A renovação e alternância no poder são positivas para democracia.” Acir Gurgacz, senador (PSDB-PR)

    “Vitória de Trump, com sua política protecionista e autocentrada, constitui mais um obstáculo à recuperação econômica do Brasil” - Flávio Dino, governador do Maranhão (PCdoB-MA)

    “Na campanha, Trump fez propostas extravagantes, mas acredito que a responsabilidade vai ter peso grande quando ele passar a presidir o país.” - Álvaro Dias, senador (PSDB-SP)

    “Li várias análises no sentido de que o mundo teria mais paz, na hipótese de vitória de Trump. Alguns argumentos consistentes, outros menos.” - Janaina Paschoal, professora da USP, advogada e uma das autoras do pedido de impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff

    “Trump não é direita ou esquerda. Ele é ultranaciolista, assim como os Nazistas alemães ou os Comunistas cubanos e russos.” - Daniel Coelho, vice líder do PSDB na Câmara

    “Vitória reacionária torpedeia acordo do Clima, em plena COP 22- Marraquesh. Trump não crê em Mudanças Climáticas! Pobre Planeta+Povos.” - Carlos Minc, ex-ministro do Meio Ambiente

    “Dizer que ‘americano é burro, não sabe votar’ é uma tolice do tamanho da dor de cotovelo da esquerda com vitória de Trump.” - Flávio Bolsonaro, deputado estadual (PSC-RJ)

    “Lamento a vitória de Donald Trump, mas respeito a decisão democrática do povo norte-americano.” - Eduardo Suplicy, vereador eleito de São Paulo (PT-SP)

    “Bolsa americana sobe 0,9%. Segundo a imprensa, Trump provocaria uma hecatombe no mercado. Terão que chorar mais.” - Paulo Eduardo Martins, deputado federal (PSDB-PR)

    “Mundo virado: vamos torcer para Trump NÃO cumprir o que prometeu na campanha!” - Chico Alencar, deputado federal (PSOL-RJ)

    “É chocante Donald Trump eleito presidente dos EUA, mas revela a justa medida da crise que o mundo vive e das idéiam e valores hegemônicos” - Orlando Silva, deputado federal (PCdoB-SP)

    “Donald Trump presidente dos EUA é uma catástrofe.” - Jean Wyllys, deputado federal (PSOL-RJ)

    “A eleição de Trump foi um murro no focinho do estúpido liberalismo econômico que patrocina asneiras como a PEC24155. Será que entenderam?” - Roberto Requião, senador (PMDB-PR)

  • 18h21

    09/11/2016

    Quatro organizações do exílio cubano em Miami (Flórida) concordaram em afirmar nesta quarta-feira, 9, que a vitória do republicano Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos "freará" as "concessões permanentes" ao governo de Cuba e trará maior "pressão" na defesa das liberdades.

    Apesar de entenderem que Trump "não cancelará" muitas das políticas já implementas pelo presidente Barack Obama na relação com a ilha, todas se mostraram de acordo que se produzirá uma crucial virada com um "maior compromisso na defesa dos direitos humanos ".

    Trump "não criticou" que Obama tenha restabelecido os laços com Cuba, mas sim que "não tenha alcançado a menor reciprocidade ou que a causa dos direitos humanos na ilha estivesse em primeiro plano na agenda de negociação", declarou à Agência Efe o cubano Ramón Saúl Sánchez, presidente do Movimento Democracia.

     

    Por isso, previu Sánchez, é muito provável que o presidente eleito "não reverta tudo o que fez Obama", mas acabe com a "concessão permanente dos Estados Unidos sem nenhuma reciprocidade" por parte do regime cubano.

     

    Em uma recente reunião em Miami com cubanos anticastristas muito beligerantes, o agora presidente eleito louvou as Damas de Branco e garantiu que ele, se fosse eleito presidente, não fecharia os olhos perante a violação dos direitos humanos como, segundo disse, tinha feito sua rival democrata, Hillary Clinton.

  • 17h57

    09/11/2016

    Os chefes da diplomacia da União Europeia (UE) farão uma reunião especial neste domingo, 13, após a vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos.

    A responsável pela diplomacia europeia, Federica Mogherini, "convidou os chanceleres da UE em Bruxelas, no domingo à noite, para um jantar informal e uma troca de pontos de vista sobre como avançar nas relações UE-EUA após as eleições americanas", confirmou seu porta-voz.

  • 17h41

    09/11/2016

    Confira mais depoimentos de líderes mundiais sobre a vitória de Trump:

    -- Chanceler alemã Angela Merkel --

    "A Alemanha e os Estados Unidos estão ligados por valores, a democracia, a liberdade, o respeito ao direito, à dignidade humana, independente da cor da pele, da religião, do sexo, da orientação sexual ou das convicções políticas, Com base nesses valores, proponho uma cooperação estreita ao futuro presidente dos Estados Unidos".

    -- Premiê britânica Theresa May --

    "Reino Unido e Estados Unidos têm uma relação duradoura e especial baseada nos valores da liberdade, democracia e empreendimento. Somos, e continuaremos sendo, sócios fortes e próximos no comércio, segurança e defesa".

    -- Presidente francês François Hollande --

    "A eleição de Donald Trump abre um período de incertezas. Neste contexto, precisamos de uma Europa unida, capaz de fazer ouvir sua voz e de promover suas políticas onde os seus interesses e valores estejam em jogo. Devemos ter consciência das inquietudes pelas desordens mundiais em todos os povos, incluindo o povo americano, a primeira potência mundial".

    --- Chefe da ONU encarregada dos assuntos climáticos ---

    "Esperamos cooperar com seu governo para fazer avançar a agenda da ação climática em benefício dos povos do mundo", afirmou Patricia Espinosa em uma declaração durante a Cúpula do Clima COP22 no Marrocos.

    -- Presidente chinês Xi Jinping --

    "Concedo uma grande importância às relações chino-americanas e estou ansioso para trabalhar com você, sem conflito e sem confrontação, com base nos princípios de respeito mútuo e de cooperação".

     

    -- Premiê israelense Benjamin Netanyahu ---

     

    "O presidente eleito Trump é um verdadeiro amigo do Estado de Israel e espero trabalhar com ele para promover a segurança, a estabilidade e a paz em nossa região".

     

    "A vitória de Trump oferece a Israel a possibilidade de renunciar imediatamente à ideia da criação de um Estado palestino", afirmou, por sua vez, o ministro da Educação, Naftali Bennett.

  • 17h33

    09/11/2016

    Os principais dirigentes do mundo se pronunciaram nesta quarta-feira sobre a vitória do republicano Donald Trump nas eleições americanas, e a maioria destacou o período de incertezas que o presidente eleito traz com sua vitória.

    -- Presidente russo Vladimir Putin --

    "Será um caminho difícil, mas a Rússia está disposta a fazer sua parte. Moscou deseja restaurar em seu conjunto suas relações com os Estados Unidos", afirmou Putin.

    Em nota, o Kremlin "expressou a esperança de que seja realizado um trabalho mútuo para tirar as relações entre Rússia e Estados Unidos de sua situação crítica".

    -- Presidente brasileiro Michel Temer --

    "É claro que o novo presidente que assume terá de levar em conta todas as aspirações de todo o povo americano. Eu tenho dito que a relação do Brasil com os Estados Unidos e os demais países é institucional, ou seja, de Estado para Estado".

    -- Presidente iraniano Hassam Rohani --

    "O presidente eleito não poderá reverter o acordo nuclear. O acordo nuclear não foi fechado apenas com um país ou um único governo, e sim foi ratificado por uma resolução do Conselho de Segurança da ONU e não pode ser mudado por decisão de um único governo".

    -- União Europeia ---

    "Parabenizamos sua vitória e queremos aproveitar a oportunidade para convidá-lo a visitar a Europa para uma cúpula UE-EUA assim que puder", escreveram em uma carta conjunta os presidentes do Conselho Europeu, Donald Tusk, e do executivo comunitário, Jean-Claude Juncker.

    -- Otan --

    "Enfrentamos um novo clima de segurança desafiador, incluindo guerra híbrida, ciberataques, a ameaça de terrorismo. A liderança dos Estados Unidos é mais importante do que nunca", ressaltou o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg.

     

  • 17h20

    09/11/2016

    Após confirmada a vitória de Trump, o presidente recém eleito e a candidata democrata Hillary Clinton adotaram tom conciliador em seus discursos, diferente da troca de acusações que marcaram a disputa eleitoral, confira

  • 17h00

    09/11/2016

  • 16h59

    09/11/2016

    O ministro das Relações Exteriores, José Serra, disse há pouco esperar que a vitória do republicano Donald Trump não implique em um aumento do protecionismo. "Espero que não aconteça. De verdade", disse ele. Questionado sobre a afirmação feita no meio do ano, em que considerou a hipótese de vitória de Trump um "pesadelo", Serra brincou: "Estive acordado a noite inteira. Só se tem pesadelo dormindo". Depois, mais sério, ele disse que cabe ao governo "olhar os interesses do País" a partir do resultado da eleição. (Anne Warth e Lu Aiko Otta)

  • 16h56

    09/11/2016

  • 16h23

    09/11/2016

    O fato de Hillary Clinton ter perdido a eleição para um candidato tão impopular quanto Donald Trump é algo que vai perturbar os democratas durante os próximos anos. Veja aqui quatro motivos que levaram à derrota da democrata: http://internacional.estadao.com.br/blogs/eua-2016/4-motivos-que-levaram-hillary-clinton-a-derrota/

     

    AP Photo/Andrew Harnik

  • 16h15

    09/11/2016

    A oposição venezuelana comparou a eleição de Donald Trump com a "situação vivida" na Venezuela há 17 anos, quando o chavismo chegou ao poder no país, disse nesta quarta-feira o secretário-executivo da opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD), Jesús Torrealba.

     

    O líder opositor afirmou em seu programa de rádio, "A força é a união", que o triunfo de Trump é visto pelos venezuelanos "de maneira diferente" porque, segundo ele, é uma situação parecida com a que o país atravessou quando, em 1999, Hugo Chávez chegou à presidência.

     

    "Esta situação vivida hoje por esse grande país do norte se parece muito com uma situação vivida por nós há quase duas décadas. Um país com severos questionamentos sobre o meio político toma uma decisão para castigar essa classe política, e o castigo acabou sendo sendo um bumerangue", disse. / EFE

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.