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Eduardo Jorge abre série de entrevistas com presidenciáveis

Candidato do PV à Presidência responde a perguntas de jornalistas e de eleitores; internautas também podem participar

 

O Estado de S.Paulo

A série Entrevistas Estadão começa a ouvir nesta segunda-feira, 18, os principais candidatos à Presidência da República. O primeiro presidenciável a participar é Eduardo Jorge (PV). A entrevista é realizada no estúdio da TV Estadão, com transmissão pelo estadão.com.br e pelo canal do Estado no YouTube. Internautas podem enviar perguntas pelo Twitter com a hashtag #EntrevistasEstadao.

Ainda nesta semana serão entrevistados os candidatos do PSC, Pastor Everaldo, na quarta-feira, 20, e do PSOL, Luciana Genro, na sexta, 22. 

18/08/2014, 13h40

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  • 17h17

    18/08/2014

    Encerramos também a transmissão da entrevista com Eduardo Jorge. O candidato do PV aproveitou para defender uma reestruturação no Sistema Único de Saúde, o Sus, a partir de três pontos que envolvem maior investimento na atenção básica de saúde. Jorge também se posicionou a favor de uma reforma política com maior participação popular e também uma economia que auxilie o desenvolvimento social e ambiental. Agradecemos os internautas que acompanharam a sabatina conosco. 

  • 17h14

    18/08/2014

    O editor-assistente do Estadão, Iuri Pitta encerra a entrevista com o candidato do PV à Presidência, Eduardo Jorge. 

  • 17h12

    18/08/2014

    "É preciso pensar na fonte de energia que sempre estará presente na Terra, a energia solar. Uma energia que tem investimento da Alemanhã, na China e hoje também procurada pelos Estados Unidos. Com o pré-sal, o Brasil está na contra-mão. Está se definindo a Petrobrás como uma empresa de petróleo e não se procura alternativas. Nós propomos uma mudança radical na matriz energética, com um foco na energia solar", afirma o candidato.

  • 17h10

    18/08/2014

    Alexa Salomão comenta que hoje, apesar da grande parte de usinas hidrelétricas, parte do consumo de energia ainda é feito por térmicas, que utilizam carvão e petróleo. "Nós não vamos sair da dependência do petróleo da noite para o dia. No curto prazo, nossa meta é corrigir esses erros administrativos que aconteceram nos últimos anos, principalmente em relação a matriz energética", diz Jorge.

  • 17h08

    18/08/2014

    O repórter Roldão Arruda pergunta a Eduardo Jorge qual é a maior diferença entre a candidatura dele e a de Marina Silva, do ponto de vista do meio ambiente. "Eu preciso ver ainda qual será o programa do PSB, pois ainda não apareceu. O nosso programa é bem radical hoje. Nós precisamos tomar medidas radicais para combater o aquecimento global, o maior problema hoje na área ambiental", diz o candidato do PV.

  • 17h05

    18/08/2014

    "E nisso entra a saúde. É necessário oferecer ajuda ao usuário que é dependete, que hoje só encontra o sistema penitenciário como saída. Com isso irá diminuir o número de mortos dessa guerra do tráfico, que hoje chega ao mesmo número que os mortos na Guerra do Vietnã", afirma o candidato.

  • 17h03

    18/08/2014

    "A única coisa que aumentou com essa política contra as drogas foi o aumento da criminalização e o maior poder do crime, que hoje comanda as maiores cidades do País. Então a nossa proposta é a legalização e também a regulação do comércio, ou seja, não há um incentivo ao consumo, da mesma forma com o cigarro", afirma Jorge.

  • 17h02

    18/08/2014

    Questionado sobre a legalização da maconha por usuários do Twitter, Eduardo Jorge se diz a favor da legalização e regular o comércio. "Segurança e saúde, neste caso, estão ligados. O PV não é a favor de estimular o uso de droga psicoativa, seja lícita ou ilícita. Mas o que nós examinamos é que essa política, de 50 anos atrás quando assinamos a convenção da ONU, é o maior fracasso de política pública da organização".

  • 16h58

    18/08/2014

    "Não existe problema em importar médico, outros países fazem isso. Mas é preciso passar pelos processos de validação de cada país. E não se pode trabalhar de forma escrava. O contrato feito com Cuba foi uma vergonha, pois pega a maior parte do salário dos trabalhadores", segue Jorge sobre o programa Mais Médicos.

  • 16h57

    18/08/2014

    "O Programa da Saúde da Família é a chave inclusive para o problema de orçamento. Com uma equipe boa e bem montada, eu resolvo 70% dos problemas usuais e encaminho de forma racional a um especialista, o que economiza a verba usada hoje", diz Jorge.

  • 16h55

    18/08/2014

    Eduardo Jorge continua sobre a saúde: "O Brasil precisa, como a Inglaterra, ter 40% dos médicos e enfermeiras no programa de atenção básica e o resto são de especialistas. Hoje é difícil encontrar os recém-formados que seguem essa carreira, é necessário um incentivo. O Mais Médicos é um tapa buraco que tem função eleitoral".

  • 16h53

    18/08/2014

    "O terceiro ponto já é uma questão operacional. Não vou questionar nada que já foi feito no Sus, mas é necessário um foco na atenção básica para comandar o sistema de saúde público. O Programa da Saúde da Família tem que liderar o processo, que não foi feito nos últimos anos de governo. Ele vinha crescendo, porém faltou investimento o suficiente", diz Jorge.

  • 16h51

    18/08/2014

    "O segundo ponto é a promoção da saúde. Hoje há um recurso finito para a saúde, mas não há a promoção da saúde com esse recurso. Isso não é feito, hoje temos o sistema único da "doença", que só trata o agora. A promoção da saúde é feita, muitas vezes, fora da saúde. É necessário incorporar o estilo de vida saudável, que evita doenças, em outros ambientes, como educação e meio ambiente. Foi publicado na USP um estudo, por exemplo, que diz que 44 pessoas morrem por dia devido ao alto nível de diesel e gasolina no ar", continua o candidato.

  • 16h48

    18/08/2014

    Eduardo Jorge: "Portanto, sou sim a favor do investimento de parte dos recursos na saúde pública, algo que tentou ser resolvido nos últimos anos com um programa que não concordo, o Mais Médicos. Quais são as ideias então que o PV aponta para que o sistema de saúde público continue evoluindo? Três coisas. A primeira, vou transferir os recursos cada vez mais para os municípios e dar mais autoridade a eles, com organização de regiões pelo governo estadual. O governo federal faria os indicadores para cobrar os municípios".

  • 16h44

    18/08/2014

    O candidato Eduardo Jorge responde à primeira pergunta de leitos, pelo Twitter, sobre como sustentar o Sus. "Era minha emenda que deu origem a emenda do Sus, que obriga o investimento de uma parte da receita da União no sistema de saúde público. Na época, nós gastávamos 0,07 centavos por pessoa para manter o sistema. Hoje, esse número subiu para dois reais, mas ainda há muito para evoluir", diz.

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