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'Estado' realiza fórum sobre o novo ensino médio

Principais mudanças serão discutidas em painéis; evento é aberto ao público e gratuito

Na terça-feira, 5 de setembro, o Estado realiza o fórum 'O Novo Ensino Médio' para debater as mudanças previstas para esta etapa de ensino em todo o País. 

O primeiro painel tem como tópico as principais mudanças estabelecidas pela reforma do ensino médio. Para debater o assunto, estão confirmadas as presenças de Ilona Becskeházy, pesquisadora e consultora de Políticas Educacionais; Maria Helena Guimarães, secretária executiva do MEC; Priscila Cruz, presidente da ONG Todos Pela Educação; e Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco.  

O segundo ponto a ser discutido será o planejamento do governo para a implementação das mudanças. O painel será formado por Ana Maria Diniz, presidente do Instituto Península; Eduardo Deschamps, secretário de Estado da Educação de Santa Catarina e presidente do CNE; e Mauro Salles Aguiar, presidente da Associação Brasileira de Escolas Particulares. 

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Atualizar
  • 12h24

    05/09/2017

    Agradecemos quem acompanhou o debate sobre a reforma do ensino médio pelo portal do Estadão. Continue ligado para conferir as análises completas dos especialistas que participaram do Fórum e a cobertura do evento.

  • 12h21

    05/09/2017

    Chega ao fim o Fórum Estado "O Novo Ensino Médio".

  • 12h17

    05/09/2017

    "Acho genuíno que o professor se preocupe como vai afetar ele, que está acostumado a cobrar por hora, por disciplina. Tem todo esse capítulo de continuidade da discussão, mas o professor só vai ser a favor a hora que ele enxergar essas possíveis respostas. Acho isso fundamental até para ter o professor trabalhando a favor", diz Ana Maria Diniz.

  • 12h15

    05/09/2017

    "Lembrando que muito dessa reforma vem sendo dito nos planos de governo dos últimos presidentes eleitos do Brasil. Isso tem sido sim discutido pela sociedade de forma ampla. E agora essa discussão mais do que nunca é importante", explica Rossieli.

  • 12h13

    05/09/2017

    Rossieli: "Não tem como isolar um debate de uma legislação, mas temos um movimento importante de trazer o protagonismo deste debate para a educação".

  • 12h11

    05/09/2017

    "Quando a gente pensa em uma reforma profunda, temos que entender que isso não vem de uma lei, mas de um debate acumulado. Não podemos pensar em reforma de ensino médio sem pensar em base curricular comum. A primeira versão foi muito criticada e isso que foi o belo, nos colocou em uma discussão ímpar no Brasil", diz Rossieli.

  • 12h07

    05/09/2017

    "Alguém pode pensar que isso é por ser escola privada, mas isso, esse protagonismo, também acontece em escola pública", diz Deschamps.

  • 12h07

    05/09/2017

    "Não podemos substimar a capacidade de protagonismo desses jovens. Nossa experiência no (Colégio) Bandeirantes, quando abrimos, eles realizaram coisas incríveis", diz Mauro Salles

  • 12h05

    05/09/2017

    "Isso é uma mudança de cultura. Esse desenho do ensino médio depende do menino ver do ensino fundamental mais preparado para isso. Acho que isso também deveria ser uma responsabilidade dos Conselhos Estaduais para definir esse 'link' para que isso funcione", afirma Ana Maria Diniz.

  • 12h02

    05/09/2017

    "Essa questão dos itierários é o que chamamos de arquitetura. A base vai definir o que é obrigatório, mas as arquiteturas ainda poderão ser debatidas", diz Deschamps.

  • 12h00

    05/09/2017

    "Nós não entendemos que o MEC irá dizer que esté é o itinerário A ou B. Ai logicamente teremos as resoluções dos conselhos estaduais", afirma Rossieli.

  • 11h59

    05/09/2017

    Rossieli: "O que estamos entendo é que devemos ter orientações gerais, mas não vamos ter algo dizendo o que serão os itinerários informativos"

  • 11h56

    05/09/2017

    Ana Maria Diniz: "A régua da educação não pode mais medir apenas conhecimento. Claro que conhecimento é fundamental, temos uma péssima educação porque nossos alunos não dominam o conhecimento. Mas as competências sócioemocionais são essenciais. Não sabemos quais profissões irão durar daqui a cinco, dez anos".

  • 11h51

    05/09/2017

    "Existe uma grande oportunidade que é o sinal dos tempos. As profissões do século 21 serão profissoes que tragam valores existenciais para as pessoas. O professor entra nisso muito claramente Não existe uma profissão que traga tanto o valor existencial quanto a de professor", afirma Mauro Salles.

  • 11h49

    05/09/2017

    Salles: "Existe uma resistência. A Fuvest tem mudado mas ainda é muito conteudista. O que obriga as escolas a fazer uma corrida de conteúdo que é prejudicial em termos de educação. A Unicamp tem uma tradição de vestibulares diferentes, acompanhando os novos tempos. No setor privado você já nota ma enorme diferença nos concursos", diz Mauro Salles, falando sobre como os vestibulares e concursos terão que se adaptar ao novo ensino médio.

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