Quinta-feira, 23 de Janeiro de 2003, 16:56 | Online
Franca quer parceria com o São Paulo
O presidente do Franca Basquete, Nelson Elias Salomão, espera definir amanhã uma parceria com o São Paulo para a disputa do Campeonato Brasileiro, que começa no domingo. O presidente do clube da capital, Marcelo Portugal Gouvêia, participou da apresentação da competição, ontem, e a negociação poderá dar certo. "Tentamos isso há muito tempo e faltam pequenos detalhes", diz Salomão. "Estou otimista." Salomão não vê obstáculos e avisa: "O que o São Paulo quiser, estou propenso a aceitar." Se o acordo for fechado, o São Paulo passaria a dividir o seu escudo com o do Franca na camisa, mas ajuda financeira ainda não está certo.
"Seria bom para os dois clubes, pois o Franca é o primeiro do ranking no Campeonato Brasileiro e tem tradição no basquete", argumenta Salomão, que busca, desesperadamente, uma forma de apoio para o time, que está sem patrocinador. O Franca precisa de R$ 60 mil mensais, mas uma parceria com o São Paulo abriria portas. "Existem promessas que dependem desse acordo", explica o dirigente. O clube deve R$ 80 mil, mas administráveis, segundo ele, porém as despesas com o Brasileiro preocupam.
Enquanto não se define o lado administrativo, o técnico Daniel Wattfy segue treinando o time, sem três jogadores. O ala Chuà fez uma artroscopia no joelho direito e ficará um mês afastado. O pivô Lucas deixou o clube para defender o COC/Ribeirão a partir de amanhã, mas Salomão disse que ele abandonou o emprego e só o libera negociando com o COC. Salomão quer R$ 30 mil, o equivalente a seis meses de contrato do jogador, ou um jogador da posição a ser cedido pelo adversário. "Não queremos insatisfeitos aqui, mas não dá mais tempo para contratar", justifica o dirigente. O ala Thomas foi para os Estados Unidos tentar a sorte no basquete universitário. O único reforço é o ala-pivô LuÃs Fernando Helminski, ex-Unisanta, que substituirá Thomas.
A Uniara/Fundesport, de Araraquara, vice-campeã paulista, não renovou o contrato de Márcio, Rodrigo Bahia, Pedro e Diogo.
Segundo o preparador fÃsico e supervisor João Borin, a opção da diretoria é investir nos jogadores de base (o time foi campeão juvenil) e reduzir custos. O objetivo no Brasileiro (é o atual vice-campeão) é chegar pelo menos entre os oito classificados.
"Reconhecemos que o time está cansado, mas motivado", diz Borin.
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"Seria bom para os dois clubes, pois o Franca é o primeiro do ranking no Campeonato Brasileiro e tem tradição no basquete", argumenta Salomão, que busca, desesperadamente, uma forma de apoio para o time, que está sem patrocinador. O Franca precisa de R$ 60 mil mensais, mas uma parceria com o São Paulo abriria portas. "Existem promessas que dependem desse acordo", explica o dirigente. O clube deve R$ 80 mil, mas administráveis, segundo ele, porém as despesas com o Brasileiro preocupam.
Enquanto não se define o lado administrativo, o técnico Daniel Wattfy segue treinando o time, sem três jogadores. O ala Chuà fez uma artroscopia no joelho direito e ficará um mês afastado. O pivô Lucas deixou o clube para defender o COC/Ribeirão a partir de amanhã, mas Salomão disse que ele abandonou o emprego e só o libera negociando com o COC. Salomão quer R$ 30 mil, o equivalente a seis meses de contrato do jogador, ou um jogador da posição a ser cedido pelo adversário. "Não queremos insatisfeitos aqui, mas não dá mais tempo para contratar", justifica o dirigente. O ala Thomas foi para os Estados Unidos tentar a sorte no basquete universitário. O único reforço é o ala-pivô LuÃs Fernando Helminski, ex-Unisanta, que substituirá Thomas.
A Uniara/Fundesport, de Araraquara, vice-campeã paulista, não renovou o contrato de Márcio, Rodrigo Bahia, Pedro e Diogo.
Segundo o preparador fÃsico e supervisor João Borin, a opção da diretoria é investir nos jogadores de base (o time foi campeão juvenil) e reduzir custos. O objetivo no Brasileiro (é o atual vice-campeão) é chegar pelo menos entre os oito classificados.
"Reconhecemos que o time está cansado, mas motivado", diz Borin.