Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2004, 08:56 | Online
Muñoz aceita seguir na reserva do Palmeiras
Nem os dois gols marcados na quarta-feira, na goleada do Palmeiras sobre o Paulista por 5 a 2, mudaram a cabeça de Muñoz. Apesar de ser um dos Ãdolos da torcida, o atacante evitou entrar em atrito com o técnico Jair Picerni e não reivindicou lugar no time titular. O time volta a campo pelo Paulista amanhã, à s 16h, contra o MarÃlia, em Presidente Prudente. E o colombiano tem poucas esperanças de começar jogando.
"Não me incomodo em ficar na reserva. Aprendi a ser humilde. Muitas vezes alguém pede para jogar e acaba tumultuando o ambiente. Esse não é o meu perfil. Prefiro conquistar a confiança do Picerni em campo", explicou.
Disputar posição não é novidade para Muñoz. Desde que chegou ao Parque Antártica em 2001, conviveu com treinadores como Marco Aurélio, Celso Roth, Vanderlei Luxemburgo e Levir Culpi. Com nenhum deles foi titular absoluto.
"Para mim, a alegria maior é estar no Palmeiras. Fazer parte do grupo e colaborar. Fico tranqüilo porque acredito no meu trabalho. Saber esperar o momento certo é uma virtude."
Muñoz e Picerni já bateram de frente algumas vezes. Em uma delas, no inÃcio de 2003, o atacante questionou a capacidade do treinador em escalar a equipe e não se deu bem. Após uma tentativa frustrada de transferência para o Santos, foi encostado e em alguns jogos não foi nem sequer relacionado para o banco.
"Hoje, por conhecer o trabalho do Picerni, aprendi a entender suas colocações. E percebi que no grupo atual não há espaço para estrelismo. Todos têm humildade de reconhecer que o mais importante é brigar pelo bem do Palmeiras."
Picerni, no entanto, dá sinais de que pode escalar Muñoz ao lado de Vágner Love e EdmÃlson ao longo da temporada: "O Palmeiras tem vários sistemas de jogo. Um deles com três atacantes."
O colombiano comemora. "Em 2002, o Corinthians foi campeão do Rio-São Paulo e da Copa do Brasil com três atacantes (Deivid, Leandro e Gil). Quem sabe o Palmeiras não começa a jogar desse jeito?"
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"Não me incomodo em ficar na reserva. Aprendi a ser humilde. Muitas vezes alguém pede para jogar e acaba tumultuando o ambiente. Esse não é o meu perfil. Prefiro conquistar a confiança do Picerni em campo", explicou.
Disputar posição não é novidade para Muñoz. Desde que chegou ao Parque Antártica em 2001, conviveu com treinadores como Marco Aurélio, Celso Roth, Vanderlei Luxemburgo e Levir Culpi. Com nenhum deles foi titular absoluto.
"Para mim, a alegria maior é estar no Palmeiras. Fazer parte do grupo e colaborar. Fico tranqüilo porque acredito no meu trabalho. Saber esperar o momento certo é uma virtude."
Muñoz e Picerni já bateram de frente algumas vezes. Em uma delas, no inÃcio de 2003, o atacante questionou a capacidade do treinador em escalar a equipe e não se deu bem. Após uma tentativa frustrada de transferência para o Santos, foi encostado e em alguns jogos não foi nem sequer relacionado para o banco.
"Hoje, por conhecer o trabalho do Picerni, aprendi a entender suas colocações. E percebi que no grupo atual não há espaço para estrelismo. Todos têm humildade de reconhecer que o mais importante é brigar pelo bem do Palmeiras."
Picerni, no entanto, dá sinais de que pode escalar Muñoz ao lado de Vágner Love e EdmÃlson ao longo da temporada: "O Palmeiras tem vários sistemas de jogo. Um deles com três atacantes."
O colombiano comemora. "Em 2002, o Corinthians foi campeão do Rio-São Paulo e da Copa do Brasil com três atacantes (Deivid, Leandro e Gil). Quem sabe o Palmeiras não começa a jogar desse jeito?"