Domingo, 1 de Fevereiro de 2004, 21:29 | Online
Leão tira Âestrelas e time melhora
Com muita coragem, Leão foi direto ao apontar o motivo que fez o Santos escapar da derrota neste domingo diante do Palmeiras. Ele assumiu que o empate (2 a 2) veio quando tirou Diego e Paulo Almeida do time no intervalo. ÂTirei as estrelas do grupo. Era preciso para que o time ganhasse outra atitude de campo. Mexi em dois jogadores da Seleção Brasileira sem problema. O que importa aqui é o Santos conseguir os resultados. Não interessa quem esteja em campoÂ, disse, duro.
Leão não se preocupou em seguir o que vários treinadores fariam. Diego estava sendo chamado de pipoqueiro no inÃcio da partida pelos palmeirenses. No final do primeiro tempo, os santistas se juntaram ao coro. O técnico não quis insistir no meia.
ÂMexi no time para acabar com a lentidão do Santos que estava facilitando ao máximo as coisas ao Palmeiras. Consegui o que queria. Nós fomos para cima e além dos dois gols, vi zagueiros salvando de cima da linha três bolas. Foram os zagueiros, não o MarcosÂ, observou. ÂPelo que fizemos no segundo tempo, nós nunca poderÃamos deixar o Morumbi derrotados. Não foi o ideal, mas gostei da reação do time. Isso é que conta.Â
Diego e Paulo Almeida deixaram o Morumbi abatidos. Não quiseram falar sobre as suas substituições ou sobre a partida. Renato tratou de defender os companheiros que deixaram o campo no intervalo. Principalmente Diego, seu amigo particular.
ÂEle não estava muito bem fisicamente por isso não pôde render o que sabe. Mas no futebol quando um não está bem, os outros estão. O que valeu foi o espÃrito de reação do Santos. Sei que muita gente pode estar falando que o Santos desprezou o Palmeiras, mas isso nunca aconteceu. A imprensa de São Paulo pode ter feito isso. Nós, não. Nunca perdemos a noção de grandeza do Palmeiras.Â
O máximo que o meia se permitiu foi mandar um recado aos adversários que estavam ganhando por 2 a 0. ÂClássico tem de matar quando se tem a chance. Nós permitimos ao Palmeiras vencer a partida no primeiro tempo. Como desperdiçou, empatamos.Â
Robgol não se conformava por ainda não ter conseguido marcar pelo Santos. ÂEu tive algumas chances mas a bola não quis entrar. Sinto que aos poucos estou me entrosando. Não vou me pressionar. Isso só atrapalha. O importante é que tenho a confiança do treinadorÂ, disse o atacante.
Mesmo sem marcar, Robgol continua com moral.
ÂNão vou reclamar do Robgol. Para mim sua movimentação foi importante na busca pelo empate. Ele não precisa se preocupar. Está jogando bem e os gols chegarão. Não se chama Robgol por acasoÂ, tentou aliviar Leão.
O zagueiro Alex não concordou com quem disse que a zaga santista esteve muito lenta. ÂO que aconteceu foi a nossa proposta de ganhar a partida. Sofremos um gol no inÃcio e partimos ainda mais decididos para a frente. Adiantamos o time e demos espaço aos contragolpes. Por isso chegaram com tanta facilidade na nossa área.Â
Clayton foi muito elogiado por Leão e pela imprensa neste domingo no Morumbi. E pode até ganhar a posição de Paulo Almeida. Constrangido, não quis polemizar. ÂEstou chegando agora. O Santos é um time entrosado há dois anos. Vou ganhar o meu espaço aos poucos.Â
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Leão não se preocupou em seguir o que vários treinadores fariam. Diego estava sendo chamado de pipoqueiro no inÃcio da partida pelos palmeirenses. No final do primeiro tempo, os santistas se juntaram ao coro. O técnico não quis insistir no meia.
ÂMexi no time para acabar com a lentidão do Santos que estava facilitando ao máximo as coisas ao Palmeiras. Consegui o que queria. Nós fomos para cima e além dos dois gols, vi zagueiros salvando de cima da linha três bolas. Foram os zagueiros, não o MarcosÂ, observou. ÂPelo que fizemos no segundo tempo, nós nunca poderÃamos deixar o Morumbi derrotados. Não foi o ideal, mas gostei da reação do time. Isso é que conta.Â
Diego e Paulo Almeida deixaram o Morumbi abatidos. Não quiseram falar sobre as suas substituições ou sobre a partida. Renato tratou de defender os companheiros que deixaram o campo no intervalo. Principalmente Diego, seu amigo particular.
ÂEle não estava muito bem fisicamente por isso não pôde render o que sabe. Mas no futebol quando um não está bem, os outros estão. O que valeu foi o espÃrito de reação do Santos. Sei que muita gente pode estar falando que o Santos desprezou o Palmeiras, mas isso nunca aconteceu. A imprensa de São Paulo pode ter feito isso. Nós, não. Nunca perdemos a noção de grandeza do Palmeiras.Â
O máximo que o meia se permitiu foi mandar um recado aos adversários que estavam ganhando por 2 a 0. ÂClássico tem de matar quando se tem a chance. Nós permitimos ao Palmeiras vencer a partida no primeiro tempo. Como desperdiçou, empatamos.Â
Robgol não se conformava por ainda não ter conseguido marcar pelo Santos. ÂEu tive algumas chances mas a bola não quis entrar. Sinto que aos poucos estou me entrosando. Não vou me pressionar. Isso só atrapalha. O importante é que tenho a confiança do treinadorÂ, disse o atacante.
Mesmo sem marcar, Robgol continua com moral.
ÂNão vou reclamar do Robgol. Para mim sua movimentação foi importante na busca pelo empate. Ele não precisa se preocupar. Está jogando bem e os gols chegarão. Não se chama Robgol por acasoÂ, tentou aliviar Leão.
O zagueiro Alex não concordou com quem disse que a zaga santista esteve muito lenta. ÂO que aconteceu foi a nossa proposta de ganhar a partida. Sofremos um gol no inÃcio e partimos ainda mais decididos para a frente. Adiantamos o time e demos espaço aos contragolpes. Por isso chegaram com tanta facilidade na nossa área.Â
Clayton foi muito elogiado por Leão e pela imprensa neste domingo no Morumbi. E pode até ganhar a posição de Paulo Almeida. Constrangido, não quis polemizar. ÂEstou chegando agora. O Santos é um time entrosado há dois anos. Vou ganhar o meu espaço aos poucos.Â