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terça-feira, 13 de maio de 2008, 09:09 | Online
Mercados de crédito seguem instáveis, diz Lockhart, do Fed
REUTERS
SEA ISLAND, ESTADOS UNIDOS - O presidente do
Federal Reserve de Atlanta, Dennis Lockhart, afirmou que as
condições dos mercados financeiros continuam frágeis ante a
crise de confiança provocada pelos problemas das hipotecas de
alto risco nos Estados Unidos.
"No começo da conferência deste ano, a situação ainda instável do mercado de crédito sem dúvida é a principal questão na cabeça de muitos", disse ele durante uma apresentação em conferência anual do Fed sobre mercados financeiros, na Georgia.
O BC norte-americano reduziu as taxas de juros em 3,25 pontos para 2 por cento desde setembro do ano passado para proteger a economia da crise de crédito decorrente das turbulências no mercado imobiliário.
Essa perturbação também fez o Fed injetar bilhões de dólares nos mercados financeiros para impedir sua paralisação.
"Desde maio passado, os problemas das hipotecas de alto risco tiveram consequências profundas e preocupantes, as quais uma é a crise de confiança", destacou Lockhart.
"Nos últimos meses, várias vezes os mercados interbancários de crédito foram paralisados e precisaram de medidas agressivas e criativas do banco central", apontou Lockhart, que não possui direito a voto este ano no comitê do Fed que decide sobre as taxas de juros.
"Nos Estados Unidos e outras nações desenvolvidas, o crescimento econômico se desacelerou substancialmente", acrescentou.
"No começo da conferência deste ano, a situação ainda instável do mercado de crédito sem dúvida é a principal questão na cabeça de muitos", disse ele durante uma apresentação em conferência anual do Fed sobre mercados financeiros, na Georgia.
O BC norte-americano reduziu as taxas de juros em 3,25 pontos para 2 por cento desde setembro do ano passado para proteger a economia da crise de crédito decorrente das turbulências no mercado imobiliário.
Essa perturbação também fez o Fed injetar bilhões de dólares nos mercados financeiros para impedir sua paralisação.
"Desde maio passado, os problemas das hipotecas de alto risco tiveram consequências profundas e preocupantes, as quais uma é a crise de confiança", destacou Lockhart.
"Nos últimos meses, várias vezes os mercados interbancários de crédito foram paralisados e precisaram de medidas agressivas e criativas do banco central", apontou Lockhart, que não possui direito a voto este ano no comitê do Fed que decide sobre as taxas de juros.
"Nos Estados Unidos e outras nações desenvolvidas, o crescimento econômico se desacelerou substancialmente", acrescentou.
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