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quinta-feira, 19 de julho de 2007, 07:34 | Online
PIB da China salta no 2º tri e mercado vê aperto monetário
Alta de 11,9% alimenta temor que governo segure economia para evitar superaquecimento
REUTERS
PEQUIM - A economia da China saltou 11,9% no segundo trimestre em relação a igual período do ano passado, alimentando as previsões de uma política mais apertada para evitar um superaquecimento.
Os dados, divulgados na noite da última quarta-feira (horário de Brasília) pela agência nacional de estatísticas, coloca o país na trajetória para registrar em 2007 seu quinto ano seguido de crescimento econômico de dois dígitos.
"É muito forte. Esperamos que eles (governo) elevem os juros ou o depósito compulsório a qualquer momento", disse Tim Condon, diretor de pesquisa do ING em Cingapura.
O número marca uma aceleração sobre o primeiro trimestre, quando o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 11,1%, e superou a expectativa de analistas de 10,8%, levando muitos bancos a revisar para cima seus prognósticos para o ano.
O Goldman Sachs agora espera uma expansão de 12,3% e o JPMorgan Chase prevê 11,3%. As estimativas anteriores de ambos eram de 10,8%.
A formação bruta de capital fixo - uma medida dos investimentos - saltou 25,9% no primeiro semestre do ano, acrescentou a agência.
Os dados mostraram ainda que o índice de preços ao consumidor de junho também superou as expectativas do mercado, subindo 4,4% sobre igual mês de 2006, a maior alta em 33 meses. Em maio, a elevação havia sido de 3,4%.
As principais pressões do mês vieram de aumentos de custos de carnes suínas e grãos.
A produção industrial em junho avançou 19,4% na comparação com igual período do ano passado. As vendas no varejo subiram 16%.
Os dados, divulgados na noite da última quarta-feira (horário de Brasília) pela agência nacional de estatísticas, coloca o país na trajetória para registrar em 2007 seu quinto ano seguido de crescimento econômico de dois dígitos.
"É muito forte. Esperamos que eles (governo) elevem os juros ou o depósito compulsório a qualquer momento", disse Tim Condon, diretor de pesquisa do ING em Cingapura.
O número marca uma aceleração sobre o primeiro trimestre, quando o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 11,1%, e superou a expectativa de analistas de 10,8%, levando muitos bancos a revisar para cima seus prognósticos para o ano.
O Goldman Sachs agora espera uma expansão de 12,3% e o JPMorgan Chase prevê 11,3%. As estimativas anteriores de ambos eram de 10,8%.
A formação bruta de capital fixo - uma medida dos investimentos - saltou 25,9% no primeiro semestre do ano, acrescentou a agência.
Os dados mostraram ainda que o índice de preços ao consumidor de junho também superou as expectativas do mercado, subindo 4,4% sobre igual mês de 2006, a maior alta em 33 meses. Em maio, a elevação havia sido de 3,4%.
As principais pressões do mês vieram de aumentos de custos de carnes suínas e grãos.
A produção industrial em junho avançou 19,4% na comparação com igual período do ano passado. As vendas no varejo subiram 16%.
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