quarta-feira, 13 de agosto de 2008, 13:27 | Online
Indústria teme pela infra-estrutura aeroportuária na Copa 2014
REUTERS
SÃO PAULO - A indústria de aviação geral do país,
que engloba a aviação executiva e privada, está preocupada com
a infra-estrutura portuária brasileira para receber a Copa de
2014.
Segundo Rui Thomaz de Aquino, presidente da Associação Brasileira da Aviação Geral (Abag), nos 45 dias do evento, o volume de passageiros a ser transportado "será mais que o dobro do atual". Por isso, ele alerta que "o governo precisa pensar agora para estar preparado até lá."
O executivo, em encontro com a imprensa nesta quarta-feira, afirmou que a associação "está muito preocupada" porque o número de passageiros na aviação regular do país tem crescido em média 10 por cento ao ano. Nesse ritmo, "teremos 50 por cento a mais de passageiros para transportar em 2014, com a mesma infra-estrutura atual".
Ele lembrou que um novo aeroporto leva, em média, cinco anos para ser construído e, por isso, salienta que as medidas para adequar o país ao evento deveriam começar a ser tomadas já.
RÁDIO PIRATA
A Abag também levou ao ministro Nelson Jobim, da Defesa, um pedido para acelerar a implantação da comunicação digital nos serviços aeroportuários de forma a evitar a interferência por rádios-piratas.
O pedido foi levado em encontro que aconteceu na última sexta-feira. Segundo Aquino, há cerca de 15 dias o aeroporto de Congonhas (SP) ficou sete minutos parado por interferência de rádios-piratas. "Esse é um item de segurança muito sério", afirmou o presidente da Abag.
Segundo ele, a tecnologia digital "já está disponível" e, por isso, bastaria a decisão de retirar as comunicações do sistema ainda analógico.
(Por Taís Fuoco, Edição de Vanessa Stelzer)
Segundo Rui Thomaz de Aquino, presidente da Associação Brasileira da Aviação Geral (Abag), nos 45 dias do evento, o volume de passageiros a ser transportado "será mais que o dobro do atual". Por isso, ele alerta que "o governo precisa pensar agora para estar preparado até lá."
O executivo, em encontro com a imprensa nesta quarta-feira, afirmou que a associação "está muito preocupada" porque o número de passageiros na aviação regular do país tem crescido em média 10 por cento ao ano. Nesse ritmo, "teremos 50 por cento a mais de passageiros para transportar em 2014, com a mesma infra-estrutura atual".
Ele lembrou que um novo aeroporto leva, em média, cinco anos para ser construído e, por isso, salienta que as medidas para adequar o país ao evento deveriam começar a ser tomadas já.
RÁDIO PIRATA
A Abag também levou ao ministro Nelson Jobim, da Defesa, um pedido para acelerar a implantação da comunicação digital nos serviços aeroportuários de forma a evitar a interferência por rádios-piratas.
O pedido foi levado em encontro que aconteceu na última sexta-feira. Segundo Aquino, há cerca de 15 dias o aeroporto de Congonhas (SP) ficou sete minutos parado por interferência de rádios-piratas. "Esse é um item de segurança muito sério", afirmou o presidente da Abag.
Segundo ele, a tecnologia digital "já está disponível" e, por isso, bastaria a decisão de retirar as comunicações do sistema ainda analógico.
(Por Taís Fuoco, Edição de Vanessa Stelzer)
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