segunda-feira, 25 de agosto de 2008, 08:17 | Online
Alimentos têm maior queda desde julho de 2006, aponta FGV
Inflação pelo IPC-S cai para 0,24%, ante alta de 0,34%; Transportes e Vestuário também contribuem para queda
ALESSANDRA SARAIVA - Agencia Estado
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Segundo a entidade, a principal contribuição para a desaceleração da taxa do indicador, na passagem da segundo para a terceira prévia, partiu de elevações de preços menos intensas e até deflações em quatro das sete classes de despesa usadas para cálculo do índice. Além de Alimentação (de -0,06% para -0,45%), é o caso do grupo de Educação, Leitura e Recreação (de 0,09% para 0,06%); Vestuário (de -0,23% para -0,27%); Transportes (de 0,23% para 0,18%).
No setor de alimentação, houve quedas e desacelerações de preços em Hortaliças e Legumes (-4,99% para -7,08%), Carnes Bovinas (0,24% para -0,41%), Laticínios (-0,53% para -0,84%) e Óleos e Gorduras (-0,39% para -0,86%).
Já os outros grupos apresentaram aceleração de preços. É o caso de Habitação (de 0,81% para 0,85%); Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,52% para 0,54%) e Despesas Diversas (de 0,71% para 0,97%).
Varejo
Ao analisar a movimentação de preços entre os produtos, no âmbito do IPC-S de até 22 de agosto, a FGV informou que as mais significativas quedas de preço no varejo foram apuradas no setor de alimentação. Segundo a fundação, houve deflações em tomate (-27,22%); batata-inglesa (-8,17%); e leite tipo longa vida (-1,98%).
Já as mais significativas elevações de preços foram registradas nos preços de tarifa de telefone residencial (2,67%); mamão da Amazônia (19,60%); e tarifa de eletricidade residencial (1,09%).
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