quarta-feira, 19 de novembro de 2008, 08:28 | Online
Crise imobiliária marca 1a contração do PIB espanhol desde 1993
ANDREW HAY E JASON WEBB - REUTERS
MADRI - A economia da Espanha teve contração pela primeira vez desde 1993 no terceiro trimestre, mostraram dados finais divulgados pelo governo nesta quarta-feira.
Analistas mostraram-se surpresos com a velocidade que a desaceleração do setor imobiliário está afetando os gastos dos consumidores.
Considerada com a estrela da zona do euro por uma década, a Espanha agora passa a ter um desempenho fraco à medida em que enfrenta a possibilidade de uma prolonga recessão por conta de sua longa dependência do setor de construção e dos fortes gastos dos consumidores, disseram analistas.
De maneira geral, a quarta maior economia da zona do euro contraiu 0,2 por cento no terceiro trimestre, em linha com os dados preliminares e comparável com o crescimento de 0,1 por cento registrado no segundo trimestre, informou a agência nacional de estatísticas da Espanha.
"Os dados são piores do que esperávamos. A desaceleração do consumo foi mais rápida do que o estimado, assim como a contração dos investimentos foi pior do que o esperado, e isso aponta para uma forte taxa de declínio no quarto trimestre", afirmou José Luis Martinez, do Citigroup.
Analistas mostraram-se surpresos com a velocidade que a desaceleração do setor imobiliário está afetando os gastos dos consumidores.
Considerada com a estrela da zona do euro por uma década, a Espanha agora passa a ter um desempenho fraco à medida em que enfrenta a possibilidade de uma prolonga recessão por conta de sua longa dependência do setor de construção e dos fortes gastos dos consumidores, disseram analistas.
De maneira geral, a quarta maior economia da zona do euro contraiu 0,2 por cento no terceiro trimestre, em linha com os dados preliminares e comparável com o crescimento de 0,1 por cento registrado no segundo trimestre, informou a agência nacional de estatísticas da Espanha.
"Os dados são piores do que esperávamos. A desaceleração do consumo foi mais rápida do que o estimado, assim como a contração dos investimentos foi pior do que o esperado, e isso aponta para uma forte taxa de declínio no quarto trimestre", afirmou José Luis Martinez, do Citigroup.
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