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terça-feira, 14 de agosto de 2007, 17:24 | Online
Mantega diz que é impossível prever cotação do dólar
ADRIANA FERNANDES - Agencia Estado
BRASÍLIA - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou hoje que é impossível prever se a cotação do dólar em relação ao real vai cair ou continuar subindo. "Não sei se vai continuar subindo, ou não. É imprevisível", declarou o ministro. Acrescentou que o importante é que a turbulência não afeta o principal, que é o crescimento da economia brasileira.
O ministro previu que as oscilações no mercado financeiro devem continuar até haver um ajustamento e afirmou que, no Brasil, não está havendo reflexo da turbulência internacional. Questionado se estaria mais preocupado, respondeu: "Declaro que tenho que ficar atento às turbulências internacionais. É normal que haja um período de oscilações."
Mantega destacou, porém, que observa os reflexos da crise em relação ao Brasil: "E posso dizer que, no Brasil, não há nenhum reflexo imediato." Mantega ponderou, no entanto, que hoje está mais caro para os empresários fazer colocações de títulos no mercado, as taxas de juros estão mais elevadas. "É uma situação eminentemente passageira", acrescentou, ressaltando que as empresas dispõe de caixa e que os bancos brasileiros não estão envolvidos na crise de crédito no setor imobiliário americano.
O ministro previu que as oscilações no mercado financeiro devem continuar até haver um ajustamento e afirmou que, no Brasil, não está havendo reflexo da turbulência internacional. Questionado se estaria mais preocupado, respondeu: "Declaro que tenho que ficar atento às turbulências internacionais. É normal que haja um período de oscilações."
Mantega destacou, porém, que observa os reflexos da crise em relação ao Brasil: "E posso dizer que, no Brasil, não há nenhum reflexo imediato." Mantega ponderou, no entanto, que hoje está mais caro para os empresários fazer colocações de títulos no mercado, as taxas de juros estão mais elevadas. "É uma situação eminentemente passageira", acrescentou, ressaltando que as empresas dispõe de caixa e que os bancos brasileiros não estão envolvidos na crise de crédito no setor imobiliário americano.