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quarta-feira, 31 de outubro de 2007, 11:41 | Online
EUA são economia mais competitiva do mundo, Brasil fica em 72o
LAURA MCINNIS - REUTERS
GENEBRA - Os Estados Unidos são a economia mais
competitiva do mundo, com as melhores universidades e empresas
inovadoras que eclipsam as preocupações quanto à saúde fiscal
do país, afirmou na quarta-feira o World Economic Forum (WEF).
Em seu índice mundial de competitividade para 2007, o WEF, sediado na Suíça, disse que as dimensões do mercado dos Estados Unidos "fazem dele o país mais produtivo e com maior potencial de inovação no mundo".
Isso apesar dos imensos déficits orçamentários e comerciais de Washington e da erosão do dólar norte-americano, que levou muita gente a questionar se o país líder da economia mundial por tanto tempo estava perdendo terreno para economias emergentes como China e Índia.
O Chile, em 26o lugar, é a mais competitiva das economias latino-americanas, segundo o relatório. O México ocupava a 52a posição, o Brasil a 72a e a Argentina vinha, nas palavras do fórum, "em um decepcionante 85o lugar".
Embora tenham conquistado o primeiro posto entre os 131 países avaliados --superando Suíça, Dinamarca, Suécia e Alemanha entre os cinco primeiros colocados--, os Estados Unidos estão em 75o lugar em termos de estabilidade macroeconômica, atrás de países em desenvolvimento como Tunísia, Vietnã e Mongólia.
Além de preocupações quanto à elevação da dívida pública norte-americana, o relatório também destacou preocupações quanto à capacidade do governo para manter relacionamentos distanciados com o setor privado, evitando o favorecimento a aliados em suas decisões políticas.
"Trata-se de áreas que requerem atenção das autoridades, para garantir que o país mantenha sua vantagem competitiva no futuro", conclui o relatório.
Cingapura e Japão lideraram a lista entre os países asiáticos, no 7o e 8o postos, respectivamente. Os maiores mercados da região, China e Índia, ocupavam a 34a e a 48a posições, respectivamente.
O WEF alterou sua fórmula de cálculo da competitividade dos países, em 2007, o que impossibilita comparações com anos anteriores.
Após recalcular o ranking do ano passado, para refletir as mudanças --que incluem análises mais amplas dos mercados financeiro, de trabalho e de bens, e uma nova ênfase no tamanho do mercado--, o WEF disse que os Estados Unidos também ficaram em 1o lugar em 2006, seguido por Reino Unido, Dinamarca, Suíça e Japão.
Inicialmente, os Estados Unidos tinham ficado em 6o lugar no ano passado, o que gerou um acalorado debate no Congresso norte-americano e exacerbou as tensões entre os parceiros comerciais Washington e Pequim. Naquele ranking, a Suíça aparecia como a economia mais competitiva. O Brasil aparecia na 66a posição.
A lista completa de 131 países pode ser obtida em www.weforum.org.
Em seu índice mundial de competitividade para 2007, o WEF, sediado na Suíça, disse que as dimensões do mercado dos Estados Unidos "fazem dele o país mais produtivo e com maior potencial de inovação no mundo".
Isso apesar dos imensos déficits orçamentários e comerciais de Washington e da erosão do dólar norte-americano, que levou muita gente a questionar se o país líder da economia mundial por tanto tempo estava perdendo terreno para economias emergentes como China e Índia.
O Chile, em 26o lugar, é a mais competitiva das economias latino-americanas, segundo o relatório. O México ocupava a 52a posição, o Brasil a 72a e a Argentina vinha, nas palavras do fórum, "em um decepcionante 85o lugar".
Embora tenham conquistado o primeiro posto entre os 131 países avaliados --superando Suíça, Dinamarca, Suécia e Alemanha entre os cinco primeiros colocados--, os Estados Unidos estão em 75o lugar em termos de estabilidade macroeconômica, atrás de países em desenvolvimento como Tunísia, Vietnã e Mongólia.
Além de preocupações quanto à elevação da dívida pública norte-americana, o relatório também destacou preocupações quanto à capacidade do governo para manter relacionamentos distanciados com o setor privado, evitando o favorecimento a aliados em suas decisões políticas.
"Trata-se de áreas que requerem atenção das autoridades, para garantir que o país mantenha sua vantagem competitiva no futuro", conclui o relatório.
Cingapura e Japão lideraram a lista entre os países asiáticos, no 7o e 8o postos, respectivamente. Os maiores mercados da região, China e Índia, ocupavam a 34a e a 48a posições, respectivamente.
O WEF alterou sua fórmula de cálculo da competitividade dos países, em 2007, o que impossibilita comparações com anos anteriores.
Após recalcular o ranking do ano passado, para refletir as mudanças --que incluem análises mais amplas dos mercados financeiro, de trabalho e de bens, e uma nova ênfase no tamanho do mercado--, o WEF disse que os Estados Unidos também ficaram em 1o lugar em 2006, seguido por Reino Unido, Dinamarca, Suíça e Japão.
Inicialmente, os Estados Unidos tinham ficado em 6o lugar no ano passado, o que gerou um acalorado debate no Congresso norte-americano e exacerbou as tensões entre os parceiros comerciais Washington e Pequim. Naquele ranking, a Suíça aparecia como a economia mais competitiva. O Brasil aparecia na 66a posição.
A lista completa de 131 países pode ser obtida em www.weforum.org.
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