_Futebol
quarta-feira, 15 de outubro de 2008, 13:50 | Online
Jô admite ansiedade com chance de ser titular
MARCEL RIZZO - Agencia Estado
RIO - Jô rola na cama e demora a pegar no sono. Parece até que voltou à época em que estreou no time profissional do Corinthians. Está tenso e tenta controlar a ansiedade. Mas não tem jeito: a chance de ser titular da seleção brasileira, nesta quarta-feira, contra a Colômbia, no Maracanã, mexe bastante com ele.
Como Adriano está suspenso, Jô deve ganhar sua grande chance na seleção brasileira - a vaga de titular, porém, também pode ficar com Alexandre Pato. E o seu entrosamento com Robinho e Elano, com quem joga no Manchester City, é a sua maior arma para ter a preferência do técnico Dunga.
Em três jogos que já fez no Maracanã, Jô nunca fez gol. Agora, pode acabar esse jejum em grande estilo, com a camisa da seleção brasileira. "Marcar seria o auge. Sonho com isso", admitiu o atacante, que carrega o nome da esposa Cláudia, com quem está casado há um ano e meio, tatuado no braço direito.
Lidar com pressão faz parte da profissão de um jogador de futebol. E Jô convive com isso desde os 9 anos de idade, quando chegou ao Corinthians. "A receita é ter tranqüilidade para não se complicar como aconteceu contra a Bolívia [empate sem gols, no Engenhão, em setembro]", contou o atacante, que já defendeu a seleção principal em duas partidas e não fez gol. "Estou pronto".
Como Adriano está suspenso, Jô deve ganhar sua grande chance na seleção brasileira - a vaga de titular, porém, também pode ficar com Alexandre Pato. E o seu entrosamento com Robinho e Elano, com quem joga no Manchester City, é a sua maior arma para ter a preferência do técnico Dunga.
Em três jogos que já fez no Maracanã, Jô nunca fez gol. Agora, pode acabar esse jejum em grande estilo, com a camisa da seleção brasileira. "Marcar seria o auge. Sonho com isso", admitiu o atacante, que carrega o nome da esposa Cláudia, com quem está casado há um ano e meio, tatuado no braço direito.
Lidar com pressão faz parte da profissão de um jogador de futebol. E Jô convive com isso desde os 9 anos de idade, quando chegou ao Corinthians. "A receita é ter tranqüilidade para não se complicar como aconteceu contra a Bolívia [empate sem gols, no Engenhão, em setembro]", contou o atacante, que já defendeu a seleção principal em duas partidas e não fez gol. "Estou pronto".
Tags:
futebol,
seleção brasileira,
Jô
O que são TAGS?