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quinta-feira, 20 de novembro de 2008, 01:42 | Online
Dunga comemora, mas diz saber que pressão continua
REUTERS
GAMA - O técnico da seleção brasileira, Dunga, celebrou na madrugada de quinta-feira a vitória de sua equipe sobre Portugal, mas afirmou saber que a pressão contra sua permanência no comando da equipe continuará.
Em sua última partida nesta temporada, o Brasil derrotou Portugal na noite de quarta-feira, em Gama, cidade localizada a cerca de 40 quilômetros de Brasília, por 6 x 2. Há cerca de um ano o time não marcava um gol em território brasileiro.
"As críticas vão continuar. Sempre vai ter pressão na seleção", declarou Dunga em entrevista coletiva. "O importante é ter confiança e um bom relacionamento (com os jogadores)."
Para o técnico, a seleção demonstrou tranquilidade e capacidade de reação ao virar o jogo depois de sair perdendo por 1 x 0. Dunga também elogiou o comportamento da torcida, que apoiou a seleção brasileira durante praticamente toda a partida, ao contrário do que aconteceu este ano em Belo Horizonte e Rio de Janeiro, nos empates em 0 x 0 contra Argentina, Bolívia e Colômbia.
"É só isso que eles (jogadores) querem: um pouquinho de sorrisos e aplausos. Aí, eles retribuem", afirmou.
O técnico brasileiro destacou que o grupo sabe que não jogou bem as últimas partidas, mas ponderou que às vezes fatores alheios ao jogo interferem no desempenho dos atletas, como a alimentação, a viagem e as condições do campo.
Dunga assumiu a seleção em 16 de agosto de 2006. Desde então, o Brasil disputou 35 jogos. Venceu 22, empatou nove e perdeu quatro. Nesse período, a seleção marcou 70 gols, e sofreu 24.
Perguntado se Ronaldinho voltará ao time, Dunga desconversou. O técnico reclamou do fato de se querer criar uma polêmica depois de uma vitória. "Tem que se ter um pouquinho de sensibilidade", rebateu.
O técnico também evitou responder se considera Luís Fabiano, o artilheiro da partida com três gols, seu anjo da guarda: "A função dele é fazer gol".
PORTUGAL
Já o técnico português, Carlos Queiroz, atribuiu a derrota de sua equipe ao deslumbre e à falta de concentração de seus jogadores.
"Não podemos começar um jogo bem, deslumbrarmos e desagregarmos a equipe", sublinhou em entrevista a jornalistas.
Para Queiroz, Portugal não teve "competência" para ganhar porque deu espaço para o Brasil depois de marcar o primeiro gol da partida. "Esse resultado tem que servir de lição definitiva. É uma mensagem forte para os nossos jogadores, que têm toda a condição de jogar bem."
(Reportagem de Fernando Exman)
Em sua última partida nesta temporada, o Brasil derrotou Portugal na noite de quarta-feira, em Gama, cidade localizada a cerca de 40 quilômetros de Brasília, por 6 x 2. Há cerca de um ano o time não marcava um gol em território brasileiro.
"As críticas vão continuar. Sempre vai ter pressão na seleção", declarou Dunga em entrevista coletiva. "O importante é ter confiança e um bom relacionamento (com os jogadores)."
Para o técnico, a seleção demonstrou tranquilidade e capacidade de reação ao virar o jogo depois de sair perdendo por 1 x 0. Dunga também elogiou o comportamento da torcida, que apoiou a seleção brasileira durante praticamente toda a partida, ao contrário do que aconteceu este ano em Belo Horizonte e Rio de Janeiro, nos empates em 0 x 0 contra Argentina, Bolívia e Colômbia.
"É só isso que eles (jogadores) querem: um pouquinho de sorrisos e aplausos. Aí, eles retribuem", afirmou.
O técnico brasileiro destacou que o grupo sabe que não jogou bem as últimas partidas, mas ponderou que às vezes fatores alheios ao jogo interferem no desempenho dos atletas, como a alimentação, a viagem e as condições do campo.
Dunga assumiu a seleção em 16 de agosto de 2006. Desde então, o Brasil disputou 35 jogos. Venceu 22, empatou nove e perdeu quatro. Nesse período, a seleção marcou 70 gols, e sofreu 24.
Perguntado se Ronaldinho voltará ao time, Dunga desconversou. O técnico reclamou do fato de se querer criar uma polêmica depois de uma vitória. "Tem que se ter um pouquinho de sensibilidade", rebateu.
O técnico também evitou responder se considera Luís Fabiano, o artilheiro da partida com três gols, seu anjo da guarda: "A função dele é fazer gol".
PORTUGAL
Já o técnico português, Carlos Queiroz, atribuiu a derrota de sua equipe ao deslumbre e à falta de concentração de seus jogadores.
"Não podemos começar um jogo bem, deslumbrarmos e desagregarmos a equipe", sublinhou em entrevista a jornalistas.
Para Queiroz, Portugal não teve "competência" para ganhar porque deu espaço para o Brasil depois de marcar o primeiro gol da partida. "Esse resultado tem que servir de lição definitiva. É uma mensagem forte para os nossos jogadores, que têm toda a condição de jogar bem."
(Reportagem de Fernando Exman)
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