Futebol

sábado, 15 de setembro de 2007, 22:30 | Online

Quebra da invencibilidade não empolga Tabata

Santista marca o gol o primeiro gol no São Paulo em 10 jogos; time do Morumbi vence por 2 a 1

Tabata após o gol: abraço na bola e só

J.F. Diório/AE

Tabata após o gol: abraço na bola e só

SÃO PAULO - O meia Rodrigo Tabata entrou no segundo tempo, no time do Santos, com a missão de dinamizar o setor, totalmente dominado pelo adversário. E seu entusiasmo foi premiado pelo gol, marcado nos acréscimos, que acabou com a invencibilidade da defesa são-paulina no segundo turno. Mas ele não parecia muito animado com o feito.

 

“Infelizmente, as coisas não aconteceram como queríamos. Mas temos de ser realistas. O São Paulo está de parabéns, merecendo conquistar o título. Claro que ainda não está tudo definido, mas o São Paulo está credenciado”, disse o meia, depois da partida.

 

Já o atacante Kléber Pereira garantia que não faltará motivação no restante do campeonato, apesar da derrota no clássico decisivo. “Perdemos este, mas temos muitos jogos ainda pela frente. Agora, cometemos duas falhas num clássico que acabaram complicando”, reclamou.

 

Já no intervalo da partida os jogadores santistas se mostravam apáticos diante da superioridade tática do time adversário. O volante Maldonado admitia as dificuldades enfrentadas pela sua equipe na etapa inicial: “Precisamos acertar os passes, principalmente a saída de bola, porque temos jogadores velozes na frente . É preciso também um pouco mais de calma para jogar e criar espaços”, afirmava.

 

O lateral-direito Baiano, que corria bastante e até fazia coberturas pelo lado esquerdo, admitiu que seu time pouco criou e só saiu um contra-ataque e, por coincidência, em um lançamento dele próprio para o atacante Kléber Pereira, que o goleiro Rogério Ceni neutralizou. O Santos vai tentar a reabilitação no domingo, contra o Grêmio, em Porto Alegre.


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