PAN 2007

Polo aquático
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Surpreender. Este é o ideal da seleção brasileira de pólo aquático para o Pan do Rio. Com poucos investimentos e recursos, os jogadores devem brigar pela medalha de bronze, o que aconteceu com a equipe feminina nas últimas duas edições.


Canadá e Estados Unidos são as grandes forças da modalidade. A expectativa do Brasil fica por conta de tentar surpreender uma dessas potências para conseguir chegar à final. As mulheres têm mais chances de conseguir esse feito.


No masculino, a maioria dos atletas atua em São Paulo, no Pinheiros e no Paulistano. Dentre eles se destaque o atacante Leandro Machado, de 30 anos, conhecido como Flipper. Será uma dura missão para tentar melhorar o desempenho na modalidade, que já trouxe 11 medalhas para o Brasil.


regras


Dentro da piscina, os jogadores devem ficar flutuando todo o tempo, não podendo se apoiar nas bordas ou em qualquer outra marcação. Com exceção do goleiro, nenhum outro atleta pode tocar a bola com as duas mãos ao mesmo tempo.


O contato físico é permanente enquanto os jogadores manobram procurando a melhor posição na frente do gol adversário. No pólo aquático, ao contrário de outros esportes, o apito do juiz não pára o jogo, confere prosseguimento.


Assim como no basquete, também dois relógios controlam o tempo: um indica o tempo efetivo de jogo, assinalando o tempo remanescente do quarto. O segundo relógio indica o tempo que o time atacante tem para chutar no gol adversário: 35 segundos de jogo efetivo.


Existem dois tipos de faltas no pólo aquático. A falta ordinária, que constitui 90% das infrações no jogo, e a falta grave. As faltas graves são penalizadas com expulsão ou pênalti. Falta pode ser marcada quando: um atleta toca a bola com as duas mãos, afunda a bola na água, impede que um adversário, sem a bola, possa nadar, puxa ou empurra um adversário e chuta ou bate no adversário.



 
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