EUA e Canadá
segunda-feira, 10 de março de 2008, 20:28 | Online
Política americana é cheia de escândalos sexuais
Relembre casos de grande repercussão com presidentes, senadores e prefeitos norte-americanos
Da redação
GARY HART - O então senador pelo Colorado era o candidato democrata a presidente em 1987 quando desistiu da corrida por ter revelado o relacionamento fora do casamento com a modelo Donna Rice. Ele pediu desculpas publicamente, mesmo com a mulher, Lee, tendo o defendido nas eleições primárias do Partido Democrata, dizendo que o caso com a modelo havia sido "inocente".
MARION BARRY - O prefeito do distrito de Columbia em 1990 foi encontrado pelo FBI e pela polícia de Washington consumindo cocaína com uma namorada no hotel Vista. Ele ficou seis meses preso e teve de renunciar ao mandato. Ele voltou à política e chegou a ser eleito para cargos menores. Em 2005, em novo exame antidrogas, testes deram positivo para maconha e cocaína.
BILL CLINTON - Em 1998, o então presidente norte-americano assumiu o envolvimento com a estagiária da Casa Branca Monica Lewinsky. Antes de assumir o romance e pedir "desculpas à família e ao povo americano", Bill chegou a mentir sob juramento na Justiça. Isso resultou em um processo de impeachment, que acabou não ocorrendo. Hillary Clinton terminou por perdoar o marido.
LARRY CRAIG - No ano passado, o senador republicano se viu envolvido com um escândalo gay, em que foi acusado de assediar um policial disfarçado em um banheiro de Minneapolis. Ele negou a conduta na televisão, mesmo tendo assumido "conduta própria" em delegacia no dia do ocorrido.
JOHN F. KENNEDY - John e Jackie Kennedy e Marilyn Monroe são protagonistas de histórias que combinam política, sexo e escândalo na sede do governo mais poderoso do planeta. O presidente era dono de um estilo que marcou época e nem mesmo as revelações das orgias de que participava na Casa Branca são capazes de comprometer a imagem que construiu aos olhos dos americanos.
CLARENCE THOMAS - A médica Anita Hill acusou perante o Senado um dos membros da corte, o juiz Clarence Thomas, por prática de assédio sexual. Audiências televisionadas de 1991 - que, segundo Clarence Thomas, foram semelhantes a "um linchamento legal", embora o Senado tenha depois remetido o caso para a Suprema Corte - colocaram o assédio sexual no primeiro plano da lei e da política.
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