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sexta-feira, 14 de março de 2008, 14:52 | Online
McCain diz que Al Qaeda pode tentar influir em eleição dos EUA
STEVE HOLLAND - REUTERS
SPRINGFIELD, EUA - O candidato do Partido
Republicano à Presidência dos EUA, John McCain, afirmou na
sexta-feira temer a possibilidade de a Al Qaeda ou outros
grupos extremistas realizarem ataques espetaculares no Iraque a
fim de prejudicar suas chances de vencer o pleito de novembro.
McCain, em um encontro da Câmara dos Vereadores de um distrito de Filadélfia, foi questionado sobre se estava preocupado com a possibilidade de os militantes islâmicos presentes no Iraque intensificarem suas atividades a fim de tentar aumentar o número de vítimas fatais em setembro ou outubro e impedir uma vitória dele na eleição presidencial.
"Sim, eu me preocupo com isso", respondeu o candidato. "E eu sei que eles prestam atenção nisso por causa da interceptação de mensagens enviadas por eles. A coisa mais difícil em uma guerra é deter alguém ou um grupo dispostos a sacrificar suas próprias vidas a fim de matar outras pessoas", disse.
"Nós ainda temos os dispositivos mais letais de explosivos provenientes da fronteira do Irã ao Iraque. Nós ainda temos autores de ataques suicidada aterrissando no aeroporto de Damasco e entrando no Iraque enquanto falamos. Por isso, não fico surpreso se eles fizerem um atentado", disse.
Nesse evento de campanha e em uma entrevista coletiva que se seguiu, McCain também criticou os senadores republicanos que não se uniram a ele e a outros 28 na defesa da moratória de um ano sobre polêmicos projetos de lei conhecidos como de "gasto específico" e que beneficiam certas cidades ou áreas. O candidato considera esses projetos dispendiosos.
McCain, senador pelo Estado do Arizona, disse que a postura de seus companheiros republicanos mostrava que eles "não estão respondendo à vontade do povo".
Na quinta-feira à noite, o Senado aprovou por 71 votos contra 29 a moratória. McCain e os pré-candidatos democratas Barack Obama e Hillary Clinton, ambos senadores, votaram a favor da medida.
McCain é um defensor aguerrido da decisão tomada pelo presidente George W. Bush de aumentar o número de soldados norte-americanos no Iraque, mas sempre criticou a forma como a guerra foi administrada. O fato de a violência ter diminuído no território iraquiano ajudou McCain a conquistar a vaga de candidato republicano.
O senador discorda totalmente das promessas de campanha feitas por Hillary e Obama sobre retirar as forças norte-americanas rapidamente do Iraque.
McCain, que logo deve dar início a uma viagem pelo Oriente Médio e pela Europa com dois colegas senadores, disse recentemente que os recentes ataques violentos ocorridos no Iraque mostravam que a Al Qaeda continuava viva.
O candidatou afirmou estar preocupado com "a possibilidade de que possam realizar atentados suicidas espetaculares". "Mas nós os colocamos para fugir", ressaltou.
"Nós conseguimos avançar muito, mas eles ainda continuam sendo um inimigo ativo e difícil. Não há dúvida na minha cabeça de que o aumento no número de soldados surtiu efeito. Agradeçam a Deus pelo general Petraeus (David Petraeus, comandante das forças norte-americanas no Iraque), um dos maiores generais da história dos EUA."
McCain, em um encontro da Câmara dos Vereadores de um distrito de Filadélfia, foi questionado sobre se estava preocupado com a possibilidade de os militantes islâmicos presentes no Iraque intensificarem suas atividades a fim de tentar aumentar o número de vítimas fatais em setembro ou outubro e impedir uma vitória dele na eleição presidencial.
"Sim, eu me preocupo com isso", respondeu o candidato. "E eu sei que eles prestam atenção nisso por causa da interceptação de mensagens enviadas por eles. A coisa mais difícil em uma guerra é deter alguém ou um grupo dispostos a sacrificar suas próprias vidas a fim de matar outras pessoas", disse.
"Nós ainda temos os dispositivos mais letais de explosivos provenientes da fronteira do Irã ao Iraque. Nós ainda temos autores de ataques suicidada aterrissando no aeroporto de Damasco e entrando no Iraque enquanto falamos. Por isso, não fico surpreso se eles fizerem um atentado", disse.
Nesse evento de campanha e em uma entrevista coletiva que se seguiu, McCain também criticou os senadores republicanos que não se uniram a ele e a outros 28 na defesa da moratória de um ano sobre polêmicos projetos de lei conhecidos como de "gasto específico" e que beneficiam certas cidades ou áreas. O candidato considera esses projetos dispendiosos.
McCain, senador pelo Estado do Arizona, disse que a postura de seus companheiros republicanos mostrava que eles "não estão respondendo à vontade do povo".
Na quinta-feira à noite, o Senado aprovou por 71 votos contra 29 a moratória. McCain e os pré-candidatos democratas Barack Obama e Hillary Clinton, ambos senadores, votaram a favor da medida.
McCain é um defensor aguerrido da decisão tomada pelo presidente George W. Bush de aumentar o número de soldados norte-americanos no Iraque, mas sempre criticou a forma como a guerra foi administrada. O fato de a violência ter diminuído no território iraquiano ajudou McCain a conquistar a vaga de candidato republicano.
O senador discorda totalmente das promessas de campanha feitas por Hillary e Obama sobre retirar as forças norte-americanas rapidamente do Iraque.
McCain, que logo deve dar início a uma viagem pelo Oriente Médio e pela Europa com dois colegas senadores, disse recentemente que os recentes ataques violentos ocorridos no Iraque mostravam que a Al Qaeda continuava viva.
O candidatou afirmou estar preocupado com "a possibilidade de que possam realizar atentados suicidas espetaculares". "Mas nós os colocamos para fugir", ressaltou.
"Nós conseguimos avançar muito, mas eles ainda continuam sendo um inimigo ativo e difícil. Não há dúvida na minha cabeça de que o aumento no número de soldados surtiu efeito. Agradeçam a Deus pelo general Petraeus (David Petraeus, comandante das forças norte-americanas no Iraque), um dos maiores generais da história dos EUA."
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