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quinta-feira, 15 de maio de 2008, 20:09 | Online
Índice da ONU aponta para fim da onda de alta dos alimentos
ROBIN POMEROY - REUTERS
ROMA - Um índice de preços alimentícios compilado
pela FAO (órgão da ONU para alimentação e agricultura)
estabilizou-se em abril, o que sugere que a onda mundial de
aumentos nos preços dos alimentos está chegando ao fim.
O Índice de Preços Alimentícios caiu pela primeira vez desde janeiro de 2007, indo de 217 em março para 216,7, segundo os dados disponíveis no site http://www.fao.org/worldfoodsituation/FoodPricesIndex.
"Parece indicar que o pior ficou para trás", disse à Reuters o economista da FAO Abdolreza Abbassian.
A FAO diz que os distúrbios ocorridos em vários países pobres podem piorar se os preços continuarem aumentando. A agência realiza entre os dias 3 e 5 de junho em Roma uma cúpula para tratar do assunto.
Em abril, o arroz foi o único cereal que teve aumento, mas Abassian disse que essa tendência deve parar se os países exportadores suspenderem as restrições que adotaram para proteger seus estoques.
O economista também disse que é preciso examinar os dados com cautela, e que "muita coisa depende das safras deste ano". "Com todos esses desastres naturais por todos os lados, ninguém pode ter certeza demais da perspectiva a esta altura."
Um dos fatores para a redução geral do índice de abril foi o aumento da produção de trigo nas últimas semanas.
O Índice de Preços Alimentícios caiu pela primeira vez desde janeiro de 2007, indo de 217 em março para 216,7, segundo os dados disponíveis no site http://www.fao.org/worldfoodsituation/FoodPricesIndex.
"Parece indicar que o pior ficou para trás", disse à Reuters o economista da FAO Abdolreza Abbassian.
A FAO diz que os distúrbios ocorridos em vários países pobres podem piorar se os preços continuarem aumentando. A agência realiza entre os dias 3 e 5 de junho em Roma uma cúpula para tratar do assunto.
Em abril, o arroz foi o único cereal que teve aumento, mas Abassian disse que essa tendência deve parar se os países exportadores suspenderem as restrições que adotaram para proteger seus estoques.
O economista também disse que é preciso examinar os dados com cautela, e que "muita coisa depende das safras deste ano". "Com todos esses desastres naturais por todos os lados, ninguém pode ter certeza demais da perspectiva a esta altura."
Um dos fatores para a redução geral do índice de abril foi o aumento da produção de trigo nas últimas semanas.
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ONU,
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