sábado, 19 de julho de 2008, 08:50 | Online
Cristina Kirchner esteve a ponto de renunciar
AE - Agencia Estado
SÃO PAULO - A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, esteve a ponto de renunciar na tarde de quinta-feira, segundo a imprensa do país. De acordo com colunistas de quatro dos principais jornais argentinos - Clarín, La Nación, Crítica e Ámbito Financiero -, a idéia radical partiu de seu marido, o ex-presidente Néstor Kirchner, enfurecido com a derrota, no Senado, da proposta de aumento de impostos sobre as exportações agrícolas.
Fontes citadas anonimamente pelos jornais informaram que Kirchner também estava irritado com a forma apertada com que o projeto tinha passado pela Câmara de Deputados e com a perda de apoio dos governadores. O ex-presidente teria passado a manhã da quinta-feira na residência de Olivos aos gritos de "Não nos deixam governar".
O objetivo, com a apresentação da renúncia, seria pôr em marcha a chamada Operação Clamor - que consistiria em causar um grande impacto que levaria a população e a classe política a implorar que Cristina permanecesse no cargo. Uma semana atrás, numa reunião com intelectuais, Kirchner tinha afirmado publicamente: "Se o Senado não aprovar o projeto, o país não terá mais a presidente." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fontes citadas anonimamente pelos jornais informaram que Kirchner também estava irritado com a forma apertada com que o projeto tinha passado pela Câmara de Deputados e com a perda de apoio dos governadores. O ex-presidente teria passado a manhã da quinta-feira na residência de Olivos aos gritos de "Não nos deixam governar".
O objetivo, com a apresentação da renúncia, seria pôr em marcha a chamada Operação Clamor - que consistiria em causar um grande impacto que levaria a população e a classe política a implorar que Cristina permanecesse no cargo. Uma semana atrás, numa reunião com intelectuais, Kirchner tinha afirmado publicamente: "Se o Senado não aprovar o projeto, o país não terá mais a presidente." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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