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quinta-feira, 24 de julho de 2008, 22:58 | Online
Bolívia 'nacionaliza' luta contra o narcotráfico
REUTERS
LA PAZ - A Bolívia "nacionalizará" sua guerra
contra o narcotráfico a partir de 2009, o que significa que o
país assumirá o controle de uma luta que historicamente tem
sido patrocinada por outros países, anunciou o governo.
A Bolívia é o terceiro maior produtor mundial de cocaína, depois de Colômbia e Peru, mas segundo os Estados Unidos é o único país onde os cocaleiros ganharam poder político, depois de Evo Morales ter chegado à presidência há dois anos e meio.
O país mais pobre da América do Sul destinará 16 milhões de dólares provenientes de recursos próprios para a luta contra o narcotráfico, mas manterá abertas as portas para a cooperação internacional.
"O apoio internacional é respeitado e valorizado, mas não é uma dádiva, isso deve ficar claro, é parte de uma responsabilidade internacional", declarou o ministro de Governo, Alfredo Rada, na celebração do 21o aniversário da Força Especial de Luta Contra o Narcotráfico (FELCN).
A nacionalização da luta contra as drogas e a abertura ao apoio internacional significarão uma melhora nos aspectos econômico e logístico do esforço nacional no combate ao narcotráfico, disse ele.
"Vamos continuar pelo caminho já traçado, que significa uma interdição implacável contra os narcotraficantes e também a busca de acordos para evitar a expansão de cultivos de coca", declarou Rada.
Os informes atuais indicam que a área plantada de coca na Bolívia varia de 20 mil a 28 mil hectares.
Neste ano, agentes antidrogas destruíram 2.782 fábricas de cocaína e três laboratórios de refino.
Segundo a imprensa local, 2.140 pessoas foram detidas nessas ações, entre bolivianos e estrangeiros.
A Bolívia é o terceiro maior produtor mundial de cocaína, depois de Colômbia e Peru, mas segundo os Estados Unidos é o único país onde os cocaleiros ganharam poder político, depois de Evo Morales ter chegado à presidência há dois anos e meio.
O país mais pobre da América do Sul destinará 16 milhões de dólares provenientes de recursos próprios para a luta contra o narcotráfico, mas manterá abertas as portas para a cooperação internacional.
"O apoio internacional é respeitado e valorizado, mas não é uma dádiva, isso deve ficar claro, é parte de uma responsabilidade internacional", declarou o ministro de Governo, Alfredo Rada, na celebração do 21o aniversário da Força Especial de Luta Contra o Narcotráfico (FELCN).
A nacionalização da luta contra as drogas e a abertura ao apoio internacional significarão uma melhora nos aspectos econômico e logístico do esforço nacional no combate ao narcotráfico, disse ele.
"Vamos continuar pelo caminho já traçado, que significa uma interdição implacável contra os narcotraficantes e também a busca de acordos para evitar a expansão de cultivos de coca", declarou Rada.
Os informes atuais indicam que a área plantada de coca na Bolívia varia de 20 mil a 28 mil hectares.
Neste ano, agentes antidrogas destruíram 2.782 fábricas de cocaína e três laboratórios de refino.
Segundo a imprensa local, 2.140 pessoas foram detidas nessas ações, entre bolivianos e estrangeiros.
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BOLIVIA,
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