EUA e Canadá
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007, 19:58 | Online
EUA recebem resposta de carta de Bush à Coréia do Norte
TABASSUM ZAKARIA - REUTERS
WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos,
George W. Bush, disse na sexta-feira que o líder norte-coreano,
Kim Jong-il, pode chamar sua atenção divulgando totalmente suas
atividades nucleares.
Em mais um lance de um raro diálogo direto entre Coréia do Norte e Estados Unidos, o embaixador de Pyongyang na ONU telefonou na quarta-feira a um funcionário do Departamento de Estado dos EUA para transmitir a resposta de Kim à carta enviada neste mês por Bush.
"Chamei sua atenção com uma carta e ele pode chamar minha atenção revelando totalmente seus programas, inclusive qualquer plutônio que ele possa ter processado e convertido, para o que quer que ele tenha sido usado. Simplesmente precisamos saber", disse Bush a jornalistas após reunião do seu gabinete.
"Além disso, ele pode chamar nossa atenção revelando totalmente suas atividades de proliferação [de armas nucleares]", disse Bush.
Segundo uma fonte oficial norte-americana, a Coréia do Norte prometeu na nova mensagem cumprir sua parte no acordo pluripartite deste ano, que prevê a desativação do programa de armas nucleares em troca de benefícios econômicos e diplomáticos.
"Vamos cumprir do nosso lado e esperamos que vocês cumpram do seu", disseram os norte-coreanos, segundo a fonte dos EUA, que pediu anonimato.
A Coréia do Norte, que testou armas atômicas em 2006, aceitou fornecer até o final do ano uma declaração "completa e correta" dos seus programas nucleares. Pyongyang prometeu também desativar sua principal instalação nuclear.
Segundo Bush, os EUA e os demais envolvidos na negociação -- China, Rússia, Japão e Coréia do Sul -- "concordam que há uma forma de Kim Jong-il avançar, e um passo importante é a declaração total dos programas, dos materiais que possam ter sido desenvolvidos para criar armas, bem como das atividades de proliferação do regime", afirmou Bush.
O governo norte-americano está disposto a retirar a Coréia do Norte da sua lista de países que apóiam o terrorismo, o que acarreta sanções, especialmente financeiras, ao isolado Estado comunista.
(Reportagem adicional de Arshad Mohammed e Jeremy Pelofsky)
Em mais um lance de um raro diálogo direto entre Coréia do Norte e Estados Unidos, o embaixador de Pyongyang na ONU telefonou na quarta-feira a um funcionário do Departamento de Estado dos EUA para transmitir a resposta de Kim à carta enviada neste mês por Bush.
"Chamei sua atenção com uma carta e ele pode chamar minha atenção revelando totalmente seus programas, inclusive qualquer plutônio que ele possa ter processado e convertido, para o que quer que ele tenha sido usado. Simplesmente precisamos saber", disse Bush a jornalistas após reunião do seu gabinete.
"Além disso, ele pode chamar nossa atenção revelando totalmente suas atividades de proliferação [de armas nucleares]", disse Bush.
Segundo uma fonte oficial norte-americana, a Coréia do Norte prometeu na nova mensagem cumprir sua parte no acordo pluripartite deste ano, que prevê a desativação do programa de armas nucleares em troca de benefícios econômicos e diplomáticos.
"Vamos cumprir do nosso lado e esperamos que vocês cumpram do seu", disseram os norte-coreanos, segundo a fonte dos EUA, que pediu anonimato.
A Coréia do Norte, que testou armas atômicas em 2006, aceitou fornecer até o final do ano uma declaração "completa e correta" dos seus programas nucleares. Pyongyang prometeu também desativar sua principal instalação nuclear.
Segundo Bush, os EUA e os demais envolvidos na negociação -- China, Rússia, Japão e Coréia do Sul -- "concordam que há uma forma de Kim Jong-il avançar, e um passo importante é a declaração total dos programas, dos materiais que possam ter sido desenvolvidos para criar armas, bem como das atividades de proliferação do regime", afirmou Bush.
O governo norte-americano está disposto a retirar a Coréia do Norte da sua lista de países que apóiam o terrorismo, o que acarreta sanções, especialmente financeiras, ao isolado Estado comunista.
(Reportagem adicional de Arshad Mohammed e Jeremy Pelofsky)
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