Os grandes papéis do tenor Luciano Pavarotti
Carreira é marcada pelo papel de Rodolfo na ópera La Bohème, de Puccini
O tenor Luciano Pavarotti que morreu aos 71 anos, em Modena, norte da Itália, sua cidade natal, nesta quinta-feira, 6, foi um dos maiores tenores da história e deixou interpretações inesquecíveis no mundo da ópera. Conheça seus grandes papéis. Veja também: Morre Luciano Pavarotti, um dos mais importantes tenores da história Pavarotti, cantor de voz belíssima, com dicção impecável Pavarotti esteve sete vezes no Brasil Histórias pouco conhecidas do fenômeno Pavarotti Pavarotti - Nessun Dorma
Os Três Tenores - Nessun Dorma James Brown & Pavarotti Luciano Pavarotti - Ave Maria - Schubert Queen + Luciano Pavarotti - Too Much Love Will Kill You A última exibição de Pavarotti - Torino 2006 per le Olimpiadi Rodolfo - O jovem poeta parisiense da ópera La Bohème, de Puccini, foi o primeiro grande sucesso do tenor e o acompanhou durante toda a carreira. Entre as gravações que deixou da obra, destaque para a comandada por Herbert Von Karajan (1980), em que ele contracena com a soprano Mirella Freni Pinkerton - O oficial americano que trai a gueixa Cio Cio San na Madame Butterfly é outro exemplo de como sua voz se encaixava perfeitamente às óperas de Puccini. Aqui, vale novamente a indicação do registro com a dupla Freni e Karajan (1981) Cavaradossi - Pavarotti disse certa vez que, apesar do título da ópera, a personagem mais interessante da Tosca, de Puccini, é o do jovem pintor revolucionário e não da cantora Tosca. Tire a prova ouvindo sua gravação com Mirella Freni e o maestro Nicola Rescigno. Calaf - Ainda em Puccini, não dá para deixar de citar Calaf, que interpreta uma das árias mais famosas da história da ópera, Nessun Dorma, a marca registrada do tenor, que a gravou com o maestro Zubin Mehta nos anos 80. Nemorino - O frescor da voz faz de sua interpretação do personagem na comédia O Elixir do Amor, de Donizetti, referência absoluta. Ele a gravou duas vezes: na dúvida, opte pelo primeiro registro, do início dos anos 80, em que contracena com a soprano Joan Sutherland. Tonio - Em A Filha do Regimento, de Donizetti, o tenor enfrenta uma ária com uma seqüência difícil de nove dós de peito. E foi com ela que Pavarotti conquistou sua fama internacional, no final dos anos 70, no Metropolitan de Nova York. Duque de Mântua - La Donna è Mobile.... Precisa dizer mais alguma coisa? Bom, talvez que, dentre as óperas de Verdi, talvez seja o Rigoletto aquela em que melhor se saiu Pavarotti, como prova a gravação com o maestro Richard Bonynge e a soprano Joan Sutherland.
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