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Rafinha Bastos pede demissão da Band

Emissora ainda não se pronunciou sobre a saída do humorista. No Facebook, Fábio Assunção, que foi citado recentemente por Rafinha, comentou sobre o assunto

11 de outubro de 2011 | 8h 48

Diante do impasse criado por uma piada envolvendo a cantora Wanessa Camargo, no CQC do dia 19 de setembro, Rafinha Bastos optou por pedir demissão à Band há alguns dias, antes que a emissora o mandasse pra casa de vez. A Band ainda não se pronunciou sobre o assunto.

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Humorista foi afastado do 'CQC' depois de fazer uma piada envolvendo Wanessa Camargo - Divulgação
Divulgação
Humorista foi afastado do 'CQC' depois de fazer uma piada envolvendo Wanessa Camargo

Na semana passada, o comediante foi substituído na bancada do programa por Mônica Iozzi e ainda ironizou toda a polêmica, por meio de fotos e vídeos divulgados em seu twitter.

Nesta segunda-feira, 10, Bastos já nem era mais considerado parte integrante do time do programa: ao lado de Marcelo Tas e Marco Luque estava Oscar Filho e uma matéria que tinha sido produzida por ele sequer foi ao ar.

Em resposta a um e-mail enviado pela repórter Thaís Pinheiro, do Estado, Rafinha confirmou seu pedido de demissão à Band, sem mais detalhes. Abaixo, a íntegra do que ele disse, publicado no blog TV & Lazer:

“Thais… é a mais pura verdade. Tenho muito a dizer, mas este não é o melhor momento. Obrigado pela atenção
Rafinha”.

Outra polêmica envolvendo o nome do comediante foi com a empresa Nextel e o ator Fábio Assunção. Em um show em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, Rafinha teria afirmado que não é por acaso que certa empresa "tem o Fábio Assunção como garoto-propaganda" e que ela oferece serviços a prostitutas e traficantes.

Assunção falou sobre o assunto em seu perfil no Facebook nesta terça-feira:

"Eu repudio, de todas as maneiras e em nenhum caso, qualquer manifestação que provoque constrangimento a qualquer pessoa, seja o motivo que for. Imagino o desconforto do público tendo que engolir um alimento tão estragado e enjoativo, levado a acreditar que isso é bacana. O que é perecível passa, não resiste ao tempo.

E é um desafio de gente grande, de grandes artistas, não preterir a inteligência e o bom gosto quando os risos estão sendo conquistados com tão pouco, com migalhas, por um público com a crítica ainda em formação. Isso para mim traz à discussão que existem tarefas muito mais grandiosas para um artista brasileiro hoje, além de fazer sua própria arte. Há um público a ser conquistado, carentes de humor."

Atualizado às 16h