53 pessoas foram mortas na BA após greve da PM
Desse total, 29 foram assassinadas em um dia, segundo informações do governo baiano
São Paulo, 4 - A onda de violência que atinge a Bahia desde a última terça-feira, dia 31 de janeiro, quando teve início uma greve de policiais militares, já resultou na morte de pelo menos 53 pessoas, segundo dados do governo baiano. O último assassinato foi registrado por volta da 0h45 deste sábado, 4, no bairro Plataforma, onde um homem ainda não identificado foi executado.
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki, e o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, já estão à Bahia - chegaram na manhã deste sábado - e devem se reunir com o governador do Estado, Jaques Wagner, para acompanhar as operações das Forças Armadas.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia, também na madrugada de hoje, uma loja de eletrodomésticos na região de Liberdade foi arrombada por quatro pessoas e saqueada por populares.
Além dos 2,8 mil militares do Exército, Marinha e Aeronáutica, estão sendo enviados cerca de 450 policiais da Força Nacional de Segurança Publica, ligada ao Ministério da Justiça. A chegada dos militares e policiais tem como objetivo garantir segurança da população e coibir eventuais ações criminosas
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