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Aeronautas: 'Mesmo sem greve, situação dos aeroportos será um verdadeiro caos'

Segundo Sindicato Nacional dos Aeronautas, paralisação marcada para quinta-feira, 23, pode ser evitada se empresas aéreas oferecerem reajuste esperado

21 de dezembro de 2010 | 14h 02
Eduardo Rodrigues

BRASÍLIA - Mesmo que não haja greve dos aeronautas e aeroviários neste fim de ano, quem planeja viajar no Natal e no Ano Novo deverá encontrar "um verdadeiro caos nos aeroportos do País", na avaliação do consultor econômico do Sindicato Nacional dos Aeronautas, Cláudio Toledo.


Ao chegar à sede do Ministério Público do Trabalho (MPT), em Brasília, os representantes dos trabalhadores afirmaram que as empresas aéreas já venderam mais assentos do que comporta a estrutura aeroportuária brasileira. "O caos já está instalado. Essa história de que a greve é que causará o problema é um discurso terrorista das empresas", afirmou Toledo à Agência Estado.


Segundo ele, no entanto, a paralisação prevista para esta quinta-feira, 23, poderá ser evitada se daqui a pouco, em reunião do MPT as empresas aéreas ofereçam um reajuste de dois dígitos. Os aeronautas reivindicam um aumento de 15% e os aeroviários de 13%. Mas as empresas fizeram proposta de reajuste de 6,08%, com base na variação do INPC, em 2010. "Dois dígitos seria razoável, mas a decisão dependerá da Assembleia Geral dos Trabalhadores, que já está marcada para quinta-feira, às 5 da manhã. Se (a proposta das empresas)não for aceita, às 6 horas a categoria inicia a greve", disse Toledo.


Segundo o representante dos trabalhadores, a proposta de reajuste foi apresentada pela categoria no dia 30 de setembro, mas apenas no dia 8 de dezembro, mais de 70 dias depois, as empresas apresentaram uma contraproposta. "Ou seja, a greve poderia ter sido feita em novembro", completou Toledo. Além disso, afirmou, as empresas tentam alterar a data-base do reajuste de 1º de dezembro para 1º de abril. A última greve geral do setor ocorreu no carnaval de 1988, há mais de 22 anos. Os trabalhares alegam que apesar do crescimento nos últimos cinco anos, o setor ainda paga baixos salários com uma jornada de trabalho excessiva.


Às 14 horas, os representantes dos dois lados da discussão terão reunião mediada pela Procuradoria Geral do Trabalho, e após o encontro concedem entrevista à imprensa.






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