Ir para o conteúdo
ir para o conteúdo
 • 
Você está em Notícias > São Paulo
Início do conteúdo

Deputado quer comissão para investigar Instituto Royal

Protógenes Queiroz (PC do B-SP) vai entrar nesta segunda-feira com requerimento para a criação de uma subcomissão na comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado

20 de outubro de 2013 | 19h 11
José Maria Tomazela, O Estado de S. Paulo

SOROCABA - O deputado Protógenes Queiroz (PC do B-SP) quer que a Câmara dos Deputados investigue as atividades do Instituto Royal, de São Roque, que utiliza cães da raça Beagle em testes de medicamentos. O objetivo, segundo o parlamentar, é obter esclarecimentos dos responsáveis pelo instituto e dos órgãos do governo que avalizam seu funcionamento.

O instituto presta serviços à indústria farmacêutica testando o efeito de medicamentos novos em animais - além de cães são usados ratos, coelhos e camundongos - e é credenciado pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea).

Segundo sua assessoria, Protógenes vai entrar nesta segunda-feira, 21, com requerimento para a criação de uma subcomissão na comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado visando à investigação do instituto. O pedido deve ser apreciado até quarta-feira. Neste domingo, 20, a segurança foi reforçada na entrada do instituto, em São Roque. Um pequeno número de ativistas se revezava no local. Uma viatura da Polícia Militar protegia a entrada.


De acordo com o tenente Fabrício Afonso de Souza, o policiamento visava a atender uma liminar de interdito proibitório dada pela Justiça para impedir nova invasão do local. A medida foi pedida depois que ativistas invadiram o prédio, na madrugada de sexta-feira, 18, e levaram os 178 cães que estavam no canil. As instalações foram depredadas.

O tenente defendeu a ação da polícia durante a manifestação de ativistas, sábado, que terminou em confronto. Pelo menos seis pessoas ficaram feridas e quatro foram presas após atear fogo numa viatura policial e em dois veículos de reportagem. "A PM agiu de acordo com o que a situação exigiu para cumprir a ordem judicial. A grande maioria das pessoas estava respeitando a liminar, mas teve vandalismo, com viatura e veículos incendiados." O uso de bombas de efeito moral e de balas de borracha foi de forma pontual, segundo ele.






Estadão PME - Links patrocinados

Anuncie aqui

Siga o Estadão

Protesto pede autonomia para o IBGE

  • Protesto pede autonomia para o IBGE
  • Devo ou não contratar a garantia estendida?
  • Todas as informações sobre o produto têm de ser claras



Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo