Greve de policiais na Bahia prejudica atendimento em órgãos públicos
Medida visa preservar a integridade física de funcionários e cidadãos durante a paralisação policial
SÃO PAULO - A greve da Polícia Militar da Bahia levou à suspensão do funcionamento de vários órgãos da Justiça nesta segunda-feira (6). A necessidade de preservar a integridade física dos funcionários e dos cidadãos foi a explicação dada para a medida. Também foi alegada a dificuldade de acionar o Centro Administrativo da Bahia caso necessário. O centro está localizado na mesma área da Assembleia Legislativa baiana, que foi ocupada pelos grevistas.
Os três níveis de Justiça na Bahia (Estadual, Federal e Trabalhista) não funcionaram ou encerraram o expediente mais cedo. Os prazos processuais também foram suspensos e os tribunais passaram para regime de plantão apenas para os casos urgentes. O mesmo ocorreu com as três vertentes do Ministério Público.
Na Defensoria Pública do estado, o expediente terminou às 17h, e na Defensoria Pública da União, foram atendidos apenas os cidadãos que já estavam na sede do órgão até as 14h, assim como os casos urgentes envolvendo questões criminais, de saúde e questões decorrentes do movimento grevista.
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