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'Não tem lógica o que fizeram', diz pai de menina morta no Maranhão

Menina Ana Clara de Sousa, de 6 anos, foi enterrada sob clima de revolta em São José de Ribamar (MA) na manhã desta terça-feira, 7.

07 de janeiro de 2014 | 13h 48
Artur Rodrigues, Enviado Especial a São Luís do Maranhão

SÃO LUÍS DO MARANHÃO - A menina Ana Clara de Sousa, de 6 anos, foi enterrada sob clima de revolta no Cemitério Jardim da Paz, em São José de Ribamar (MA), manhã desta terça-feira, 7.

A menina Ana Clara morreu após ser queimada dentro de um ônibus na cidade de São Luís, MA - Marcio Fernandes/Estadão
Marcio Fernandes/Estadão
A menina Ana Clara morreu após ser queimada dentro de um ônibus na cidade de São Luís, MA

"Acabei de enterrar minha filha e é uma dor muito grande", disse Wenderson de Sousa, pai da menina queimada com a mãe e uma irma de um ano em um ônibus. "Não tem lógica. Aonde vai a crueldade do ser humano".

Centenas de pessoas acompanharam o velório da criança, que teve 95% do corpo queimado. A mãe de Ana Clara, Juliane Carvalho Santos, 22 anos, e a irmã, Lorane Beatriz Santos continuam internadas.

O enterro atraiu pessoas de toda a região de São Luís (MA), que vive uma onda de terror desde o início do mês, quando criminosos presos ordenaram ataques à polícia e ao transporte coletivo. "O Maranhão precisa de intervenção federal já", disse a doméstica Luciana Pereira, 55, que ficou comovida com o caso e foi ao enterro de Ana Clara.

Crise. No fim de dezembro, a crise dos presídios do Maranhão ganhou as ruas. Foram mais de 60 assassinatos desde 2013 - 2 em 2014. Ana Clara Santos Souza, de 6 anos, teve 95% do corpo queimado e chegou a ser operada, mas não resistiu. Ela foi uma das cinco vítimas dos atentados a ônibus e a delegacias em São Luís.





Tópicos: Maranhão

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