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Paralisação de motoristas tira dois mil ônibus das ruas de SP nesta terça

Sindicato dos motoristas estima que cerca de 1,5 milhão de passageiros serão afetados na capital

17 de maio de 2011 | 15h 55
Marcela Gonsalves - Central de Notícias

SÃO PAULO - Os trabalhadores do setor de manutenção de 32 garagens de ônibus em São Paulo fazem uma paralisação desde o meio-dia desta terça-feira, 17. Segundo Nailton Francisco de Souza, coordenador do Departamento de Comunicação do Sindicato dos Motoristas, a iniciativa causa um efeito dominó no transporte público da cidade.

Ponto de ônibus lotado na altura do número 600 da Av. Faria Lima, na zona oeste - Epitácio Pessoa/AE
Epitácio Pessoa/AE
Ponto de ônibus lotado na altura do número 600 da Av. Faria Lima, na zona oeste

Os ônibus recolhidos com falhas mecânicas ou após o último horário de pico não voltam a circular hoje enquanto a manifestação for mantida. Nailton estimava que dois mil ônibus não iriam para as ruas no horário de pico da tarde desta terça-feira. Segundo ele, cerca de 1,5 milhão de passageiros seriam afetados.

O motivo da paralisação é a suspensão das negociações salariais com os donos das empresas de ônibus. O Sindicato dos Motoristas reivindica desde março algumas pautas junto às empresas. Uma reunião entre os representantes deveria ser realizada na última sexta-feira, 13, mas ela foi transferida para segunda-feira e depois para hoje, terça-feira. Como ela não aconteceu, os trabalhadores decidiram paralisar os trabalhos.

Na madrugada desta quarta-feira, entre às 3h e 6h, 100% da frota vinculada ao sindicato – oito consórcios e 11 empresas, com cerca de nove mil ônibus – não vai sair das 32 garagens existentes na capital paulista.

Entre as reivindicações estão a correção da inflação entre maio de 2010 a abril deste ano, pelo índice do Dieese, o que equivale a um aumento de aproximadamente 7,3%. Além disso, exigem um aumento real de 5%, mais participação dos resultados do período, aproximadamente R$ 1100. Outra reivindicação é o aumento do vale refeição de R$11 para R$15.

Também é pleiteada a equiparação de salários de mecânicos, eletricistas e pintores, com o maior salário, de funileiros. Além disso, o Sindicato quer a criação de nomenclatura especifica para determinadas funções como borracheiro e fibreiro. Esses trabalhadores não têm piso salarial estabelecido.

Texto atualizado às 18h15.






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