Ir para o conteúdo
ir para o conteúdo
 • 
Você está em Notícias > Brasil
Início do conteúdo

Sérgio Cabral está a caminho da Favela da Rocinha

Policiais do Batalhão Operações Especiais (Bope) buscam um ponto para hastear a bandeira do Brasil

13 de novembro de 2011 | 9h 08
Alexandre Rodrigues, da sucursal do Rio de Janeiro

O governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB), está a caminho do centro de operações montado no 23º Batalhão da Polícia Militar fluminense, no Leblon, onde dará entrevista ao lado do secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, sobre a ocupação da Rocinha ocorrida no fim da madrugada de hoje.

Veja também:
link Rocinha está dominada e polícia pede ajuda à população
link Maior organização do crime no Rio
link Favela pacificada deixará de ter 'dono'
link Preço de imóveis no bairro deve subir 40%
link Confira imagens da Operação 'Choque de Paz'

Militares buscam suspeitos na comunidade - Fabio Motta/AE
Fabio Motta/AE
Militares buscam suspeitos na comunidade

Com o domínio da favela, anunciado desde as 6h de hoje, policiais do Batalhão Operações Especiais (Bope) buscam um ponto para hastear a bandeira do Brasil. O ato simbólico de reconquista do território antes dominados por traficantes deverá ser realizado até meio-dia. Para isso, os policiais procuram um ponto no alto da comunidade com visibilidade e segurança. A Secretaria de Segurança promete informar o local e horário para que o ato seja acompanhado pela imprensa.

O coronel Alberto Pinheiro Neto, chefe do Estado Maior da PM, informou às 6h25 que a decisão de iniciar a operação antes do amanhecer, às 4h, foi uma forma de minimizar os transtornos com interdição de vias importantes para a cidade, como a Avenida Niemeyer e a Autoestrada Lagoa-Barra. Nas ocupações de outras favelas, como Alemão e Mangueira, o trabalho começou por volta de 6h.

"Devido à importância de várias vias na região para cidade, nosso objetivo foi realizar a operação mais cedo, num fim de semana de feriado, para evitar efeitos colaterais", disse Pinheiro Neto.

Às 8h, a maioria dos 18 blindados da Marinha que foram usados para levar os policiais para dentro da Rocinha, já estava de volta ao Centro de Operações no Leblon. Muitos moradores da região observavam a movimentação nas calçadas. Alguns acenavam para os militares. Outros tiravam fotos ao lado dos veículos de guerra. Vários militares contaram ter encontrado carros e motos atravessados no caminho e muito óleo espalhado em algumas vielas da Rocinha. Nada, porém, foi obstáculos para os veículos da Força, que são se deslocam sobre esteiras.



Siga o @estadao no Twitter

Bastidores da imagem: O choro de Dilma na Comissão da Verdade

  • Bastidores da imagem: O choro de Dilma na Comissão da Verdade
  • CPI do Cachoeira avança pouco e, no futebol, torcedores paulistas sofrem muito
  • Repórter do "Estado" comenta vetos ao novo Código Florestal