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Shoppings de São Paulo fecham portas para barrar 'rolezinhos'

Quando a classe média faz ‘rolezinho’ vira flash mob, quando é a periferia tem truculência\", disse uma das coordenadoras do MTST

16 de janeiro de 2014 | 21h 40
Laura Maia de Castro e Mônica Reolom - O Estado de S. Paulo

Cerca de mil manifestantes ligados ao Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) participaram nesta quinta-feira, 16, dos dois "rolezões" na frente dos Shoppings Jardim Sul e Campo Limpo, na zona sul paulista. Os centros de compras fecharam portas, temendo tumulto.

Mesmo assim o movimento, separado em dois grupos, realizou atos simbólicos nas portas principais. Notas de real e de dólar foram balançadas no ar pelos jovens, com o intuito de mostrar que eram trabalhadores e consumidores. Um lanche coletivo de pão com mortadela ou queijo foi distribuído aos manifestantes em caixas de papelão. "Estamos fazendo esse ato em solidariedade ao jovens que foram reprimidos no último fim de semana. Quando a classe média faz ‘rolezinho’ vira flash mob, quando é a periferia tem truculência", afirma Ana Paula Ribeiro, uma das coordenadoras do MTST.

Apesar de a coordenação do movimento afirmar que a pauta do ato era o combate ao preconceito, muitos manifestantes não sabiam nem o que era "rolezinho". Dona Maria Gomes dos Santos, uma das mais animadas, não tinha a palavra em seu vocabulário. "Eu não sei o que é isso, mas vim aqui reivindicar moradia", disse enquanto dançava ao som da bateria que acompanhou o ato.

Ocupações. Grande parte dos manifestantes eram da ocupação Vila Nova Palestina, em M’Boi Mirim, também na zona sul. Outros vinham da região da Faixa de Gaza, em Paraisópolis. Os atos foram pacíficos e organizados, entretanto um manifestante tentou passar à força por um segurança do Jardim Sul e, impedido, deu um soco no agente. Houve princípio de tumulto, logo controlado. Os atos terminaram em clima festivo, com as pessoas dando as mãos e jogando tinta preta nas calçadas dos shoppings.





Tópicos: Rolezinho, São Paulo

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