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Combatemos dirigente público que age como privado, diz Dilma

Na opinião da ministra, segundo fontes, banco público perde razão de existir se parte para lucro real de 30%

08 de abril de 2009 | 15h 22
Leonencio Nossa e Tânia Monteiro, da Agência Estado

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse nesta quarta-feira, 8, que o governo está combatendo dirigentes de bancos públicos que se comportam como presidentes de bancos privados. A declaração da ministra foi durante encontro com sindicalistas e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao responder sobre a questão dos juros.

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Na opinião dela, segundo relato de dois participantes, os bancos públicos perdem razão de existir se partem para lucros reais de 20% a 30%. "A lógica do banco público não deve ser a do banco privado", afirmou a ministra, de acordo com relato dos sindicalistas. Dilma coordenou parte da reunião, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva atendia, por telefone, o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi.

O governo anunciou nesta quarta a saída do presidente do Banco do Brasil, Antonio Francisco de Lima Neto. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a saída ocorreu a pedido do próprio executivo. Fontes, porém, afirmam que uma das razões seria a taxa de juros e spread bancário cobrados pela instituição.



Tópicos: Dilma Rousseff, Bancos
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