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Esperança média de vida do brasileiro sobe para 73 anos

Segundo estudo do IBGE, entre 1998 e 2008, indicador social apresenta crescimento de 3,3 anos

09 de outubro de 2009 | 15h 35
Agência Estado

A esperança média de vida ao nascer no País era, em 2008, de 73,0 anos de idade, segundo a Síntese de Indicadores Sociais divulgada nesta sexta-feira, 9, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Entre 1998 e 2008, esse indicador cresceu 3,3 anos, com as mulheres em situação bem mais favorável que a dos homens (aumento de 73,6 anos para 76,8 anos, no caso das mulheres, e 65,9 para 69,3 anos, para os homens).

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Ainda de acordo com a Síntese, no Brasil, em 2008, havia 94,8 homens para cada 100 mulheres. No que diz respeito às Regiões Metropolitanas, para cada 100 mulheres, existiam apenas 87,4 (Rio de Janeiro) e 92,1 (Belo Horizonte) homens, os valores mais baixos encontrados.

Mortalidade infantil

A taxa de mortalidade infantil continua em declínio, passando de 33,56 por mil (33,56 nascidos mortos por mil nascidos vivos)em 1998 para 23,59 por mil em 2008, ou seja, caiu em quase 30% em um prazo de 10 anos, segundo o IBGE. Em 2008, o Rio Grande do Sul foi o Estado que registrou a menor taxa de mortalidade infantil (13,10 por mil) e Alagoas, com 48,20 por mil, apresentou a mais elevada.

A Síntese trouxe informações da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a mortalidade infantil na América Latina e Caribe, com destaque para Cuba (5,1 nascidos mortos por mil nascidos vivos) e Chile (7,2 por mil), entre as menores taxas, e Bolívia (45,6) e Haiti (62,4), entre as maiores.



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