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Eventual compra da GVT deverá ser submetida à Anatel

De acordo com uma fonte do órgão regulador, não há problemas regulatórios que impeçam a negociação

07 de outubro de 2009 | 11h 31
Gerusa Marques, da Agência Estado

Qualquer que seja a companhia a adquirir a operadora de telefonia GVT, o processo tem que ser submetido à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A Telefônica fez nesta quarta-feira, 7, uma oferta pública voluntária para aquisição de até 100% das ações da GVT pelo preço de R$ 48,00 e o grupo francês Vivendi já havia feito uma proposta, há um mês, a um preço de R$ 42,00 por ação.

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De acordo com uma fonte do órgão regulador, não há problemas regulatórios que impeçam a Telefônica de adquirir a GVT, principalmente nas operações fora do Estado de São Paulo, área de concessão da Telefônica. Caso o negócio venha a se concretizar, as licenças da GVT em São Paulo terão que ser devolvidas à Anatel.

Na semana passada, a GVT deu entrada na Anatel no processo de anuência prévia para a compra da operadora pela Vivendi. O presidente da GVT, Amos Genish, chegou a dar declarações de que a parceria com o grupo francês iria "turbinar" a empresa, permitindo a ampliação da operação para outras regiões.

Há duas semanas, Genish e representantes da Vivendi estiveram com o ministro das Comunicações, Hélio Costa, e com conselheiros da Anatel. Na oportunidade, a conselheira da agência Emília Ribeiro disse que não via impedimentos para o negócio.

A assessoria de imprensa da GVT informou que as negociações estão sendo feitas com os controladores da empresa: o Swarth Group e a GVT Holland. As propostas de compra da operadora, segundo a assessoria, têm que passar por assembleia dos acionistas da GVT. A previsão inicial de realização da assembleia para analisar a proposta da Vivendi seria no próximo mês.



Tópicos: Telefônica, GVT, Anatel
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