12:18


15 de Abril de 2010

 

Patrocinado por




Você está em Economia
Início do conteúdo

Governo amplia desonerações para material de construção

Medida vale até o dia 16 de julho deste ano e vai custar aos cofres públicos R$ 88 milhões, segundo a Receita

17 de abril de 2009 | 11h 20
Fábio Graner e Renata Veríssimo, da Agência Estado

O governo publicou nesta sexta-feira, 17, no Diário oficial da União decreto que zera o IPI de alguns produtos de material de construção, pleito que tinha sido encaminhado pelo setor ao Grupo de Acompanhamento da Crise. A medida vale até o dia 16 de julho de 2009.  A nova lista custará aos cofres públicos R$ 88 milhões, segundo informação da Receita Federal. 

Veja também:

especialEntenda as medidas para a construção e o setor automotivo

especialAs medidas do Brasil contra a crise

especialAs medidas do emprego

especialDe olho nos sintomas da crise econômica 

especialDicionário da crise 

especialLições de 29

especialComo o mundo reage à crise 

Os produtos que tiveram alíquota zero são os seguintes:

- torneiras, válvulas (incluídas as redutoras de pressão e as termostáticas)

- misturas betuminosas à base de asfalto ou de betumes naturais, de petróleo, de alcatrão mineral ou de breu de alcatrão mineral

- ladrilhos e placas (lajes) para pavimentação ou revestimentos, não vidros nem esmaltados, de cerâmica

- cubos, pastilhas e artigos semelhantes, para mosaicos não vidrados nem esmaltados, de cerâmica, mesmo com suporte

- cadeados, fechaduras e ferrolhos (de chave, de segredo ou elétricos), de metais comuns;

- fechos e armações com fecho, com fechadura, de metais comuns

- chaves para estes artigos, de metais comuns e dispositivos semelhantes para canalizações, caldeiras, reservatórios, cubas e outros recipientes

- válvulas tipo gaveta

No dia 30 de março, o governo anunciou a redução do IPI para 30 itens do setor de materiais para a construção civil. A medida visa estimular o segmento da autoconstrução e terá impacto grande na cadeia da construção civil. A Receita ainda não informou quais eram as alíquotas desses produtos.



Siga o @EstadaoEconomia no Twitter