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15 de Abril de 2010

 

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Petrobrás quer Braskem como principal acionista de Suape

Participação da Petrobrás após aumento de capital da petroquímica deverá oscilar entre 32% e 36%

22 de janeiro de 2010 | 16h 08
André Magnabosco e Wellington Bahnemann, da Agência Estado

O diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, afirmou nesta sexta-feira, 22, que o desejo da estatal é de que a Braskem assuma posição majoritária no Complexo de Suape, ativo no qual a petroquímica ainda não possui participação.

Sem dar detalhes de como seria a entrada gradativa da Braskem no projeto, conforme citado em fato relevante divulgado pela manhã, Costa afirmou que a Braskem ainda não possui detalhes do projeto. O acesso a essas informações deverá ocorrer nos próximos 120 dias, prazo estabelecido pelas partes para concluir o negócio divulgado nesta sexta.

Costa também reafirmou que a participação da Braskem no Comperj será restrita às atividades de craqueamento e à segunda geração, ficando fora, portanto, das atividades de refinaria. A Braskem também deverá receber mais detalhes do projeto no mesmo prazo de 120 dias.

Participação

O presidente da Braskem, Bernardo Gradin, explicou, em coletiva realizada em São Paulo nesta sexta, que a participação da Petrobrás no capital total da Braskem após a operação de aumento de capital da petroquímica deverá oscilar entre 32% e 36%, conforme a adesão dos acionistas minoritários no aumento de capital. Controladora, a Odebrecht terá sua participação entre 34,5% e 38% do capital total.

Os minoritários, na eventualidade de aderirem em grande número, manterão aproximadamente 30% de participação, fatia que cairia para 20% caso a adesão seja baixa. O BNDES pode acompanhar os minoritários e manter a participação próxima a 5%.



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