12:18


15 de Abril de 2010

 

Patrocinado por




Você está em Economia
Início do conteúdo

Suposta envolvida com plano de morte de chargista é presa

De acordo com a investigação, Collen Larose tinha contato com um grupo militante por meio da internet

10 de março de 2010 | 4h 22
Efe

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos acusou uma mulher do estado da Pensilvânia de estar vinculada com um suposto plano para assassinar o chargista sueco Lars Vilks, que desenhou Maomé montado sobre um cachorro, acusação que já causou a prisão de outras sete pessoas na Irlanda.

Segundo os fiscais federais, Colleen LaRose tinha contato com um grupo militante através da internet para realizar o assassinato.

A mulher, de 46 anos, foi detida em outubro. Seu caso tinha sido mantido em segredo pelas autoridades.

No entanto, fontes do Departamento de Justiça citadas pelo jornal The New York Times indicaram que a detenção estava vinculada com a situação dos sete muçulmanos na Irlanda que supostamente planejaram o assassinato.

No início de 2009, segundo a justiça, ela manteve contatos eletrônicos com outros conspiradores do sudeste asiático e Europa, aos quais expressou seu desejo de se tornar "mártir" da causa islâmica.

Um deles lhe disse em março de 2009 que ela deveria viajar para a Suécia para ajudar a matar o chargista. Colleen respondeu às mensagens. Em uma delas, afirmou: "Farei com que esse seja meu objetivo até que consiga ou morra na tentativa".

Agentes federais a interrogaram em meados de ano passado. Ela garantiu que nunca tinha utilizado o apelido "JihadJane", que supostamente era dela, nem postado mensagens em uma portal terrorista na internet, segundo os documentos citados pelo The New York Times.

A mulher viajou à Europa em agosto do ano passado, mas aparentemente não tentou concretizar seus planos, e retornou aos Estados Unidos, onde foi detida em 15 de outubro.

Os sete detidos na Irlanda são quatro homens e três mulheres muçulmanos. Segundo a Polícia irlandesa, eles foram capturados após investigação conjunta das forças de segurança de vários países europeus e dos EUA.

Um grupo terrorista iraquiano vinculado à Al Qaeda ofereceu US$ 100 mil para quem matar o chargista, que fez os desenhos do profeta no jornal sueco Nerikes Allehanda. Em janeiro, Vilks recebeu ameaças de morte por telefone. As ligações eram procedentes da Somália, de acordo com a Políciaalemã.



Siga o @EstadaoEconomia no Twitter