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Espanha ganha com gol sofrido e enfim chega às semifinais

David Villa marca no segundo tempo e dá o triunfo para a Fúria sobre o Paraguai; espanhóis não figuravam entre os quatro melhores desde a Copa de 1950

03 de julho de 2010 | 17h 20
ANDRÉ RIGUE - estadão.com.br

Foi sofrido, mas a Espanha enfim conseguiu chegar às semifinais da Copa do Mundo. Em duelo marcado por erros de arbitragem e emoção nas penalidades, os espanhóis passaram pelo Paraguai por 1 a 0, em duelo no Ellis Park, em Johannesburgo. Com a vaga, a Fúria voltou a ficar entre os quatro primeiros de um Mundial depois de 60 anos.

Jogadores comemoram o gol de David Villa (7) - Radu Sigheti/Reuters
Radu Sigheti/Reuters
Jogadores comemoram o gol de David Villa (7)

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A única vez que a Espanha figurou entre os quatro primeiros foi em 1950, no Brasil. Terminou a fase final em quarto lugar. A seleção espanhola tinha um trauma nas partidas de quartas de final - havia caído nesta fase em quatro oportunidades - nas Copas de 1934, 1986, 1994 e 2002.

Atual campeã da Eurocopa, a Espanha chegou como uma das grandes forças à África do Sul. Porém, para conseguir o inédito sonho de disputar a final, a equipe terá de passar pela forte Alemanha. Os alemães tiveram uma atuação magnífica neste sábado e golearam a Argentina por 4 a 0 no outro jogo das quartas de final.

O primeiro tempo foi complicado para a Espanha. Apesar do técnico Vicente del Bosque manter a escalação das últimas partidas, a escolha por explorar as jogadas nas laterais não deu certo e não foi capaz de furar a poderosa defesa paraguaia. Sergio Ramos e Capdevilla não estiveram bem, e Fernando Torres voltou a ter uma atuação abaixo da média.

A defesa espanhola ainda foi surpreendida nos cruzamentos. Aos 20 minutos, Morel cobrou falta pela direita e Alcaraz quase desviou de cabeça. Piqué e Puyol foram bem ao impedir a criação das jogadas na entrada da área. Porém, mostraram que ainda precisarão de uma boa conversa para acertar o posicionamento nas bolas aéreas.

Contra Portugal nas quartas de final, a Espanha cansou de chutar de longe. Este artifício não funcionou neste sábado e foi utilizado apenas uma única vez no primeiro tempo. Aos 28 minutos, Xavi recebeu na entrada da área, dominou e bateu com o pé direito. A bola ganhou velocidade e passou muito perto do gol de Villar.

A Espanha ainda contou com uma jogada duvidosa para garantir o 0 a 0 no primeiro tempo. Aos 41 minutos, Valdez recebeu cruzamento. Mesmo ao se atrapalhar no domínio, ele conseguiu colocar a bola no fundo das redes - o árbitro Carlos Batres, da Guatemala, assinalou impedimento. As câmeras mostraram que o atleta estava em posição legal.

 Paraguai Paraguai 0
Villar; Verón, Da Silva, Alcaraz  e Morel Rodríguez ; Victor Cáceres  (Barrios), Santana , Barreto (Vera) e Riveros; Valdez (Santa Cruz) e Cardozo
Técnico: Gerardo Martino
 Espanha Espanha 1
Casillas; Sergio Ramos, Piqué , Puyol (Marchena) e Capdevilla; Xabi Alonso (Pedro), Busquets , Xavi e Iniesta; Fernando Torres (Fabregas) e David Villa
Técnico: Vicente del Bosque
Gols: David Villa, aos 37 minutos do segundo tempo
Árbitro: Carlos Batres (Guatemala)
Estádio: Ellis Park, em Johannesburgo (AFS)

É pênalti. Se a etapa inicial foi morna, o segundo tempo foi rico em emoção. Logo aos 12 minutos, Piqué cometeu uma penalidade infantil ao puxar Cardozo dentro da área após cruzamento. O próprio paraguaio foi para a cobrança. Ele bateu à meia altura, e o goleiro Casillas pegou com grande maestria.

No ataque seguinte, foi a vez da Espanha ter uma penalidade marcada. Aos 14 minutos, Alcaraz derrubou David Villa dentro da área. Xabi Alonso cobrou e marcou, mas o árbitro mandou voltar por invasão. Na segunda cobrança, Villar fez a defesa, e ainda cometeu outro pênalti ao derrubar Fabregas - dessa vez, Carlos Batres compensou os paraguaios e mandou o jogo seguir.

Os erros de arbitragem deixaram a partida eletrizante e dinâmica. O gol espanhol só foi encontrado aos 37 minutos. Em jogada sensacional, Iniesta fez fila e passou para Pedro. O atacante bateu e acertou a trave direita. No rebote, David Villa mandou para o gol - a bola ainda tocou nas duas traves antes de entrar.

Com o gol, David Villa não só garantiu uma classificação histórica para a Espanha, como se isolou na artilharia com 5 gols.

 

 

 

 




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