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Felipe, o herói corintiano na luta contra a Série B

Goleiro defende pênalti de Paulo Baier e mantém o Corinthians fora da zona de rebaixamento

12 de novembro de 2007 | 9h 35
Cosme Rímoli, do Jornal da Tarde

Não é por acaso que os 15 mil corintianos que estiveram neste domingo no Estádio Serra Dourada aplaudiram Felipe de pé ao final da partida. E os jogadores do time não cansaram de abraçar e beijar o goleiro. A sensação geral no Corinthians é que se não fosse ele, o time já estaria rebaixado para a Série B do Brasileiro há muito tempo.

 

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"Ele é o melhor goleiro do Brasil e do mundo", garantiu o vice-presidente de futebol do Corinthians, Antoine Gebran. Mesmo porque, Felipe defendeu o pênalti batido por Paulo Baier e garantiu o empate por 1 a 1 com o Goiás, que facilitou a vida corintiana na luta contra o rebaixamento.

 

Antes da cobrança de Paulo Baier, Felipe mostrou um pouco de sua confiança ao chamar o zagueiro Fábio Ferreira. "Ele me disse: ‘Fica no rebote que eu vou defender’. Se o Felipe falou eu acreditei. E ele espalmou como havia prometido. A gente confia demais nele", elogiou Fábio Ferreira, que teve de fazer fila para dar um grande abraço no goleiro.

 

Felipe estava há duas semanas em uma greve contra a imprensa. Se revoltou por ver publicadas notícias que ele estava prejudicando o time com suas reclamações com os companheiros depois de o Corinthians sofrer os gols. Mas, neste domingo, ele voltou a falar, ainda ressentido.

 

"Escreveram que eu tentei bater no Fábio Ferreira e no Zelão nos vestiários. Espero que amanhã não escrevam que depois de defender o pênalti eu corri para enforcar o Iran [autor do pênalti]. Eu fui só dar uma força a ele e mostrar o quanto o nosso grupo está unido", disse Felipe.

 

Felipe foi direto em relação ao lance mais importante da partida e talvez do Campeonato Brasileiro para o Corinthians: "Eu fiz a minha lição de casa. Sabia que se houvesse um pênalti contra nós o Paulo Baier iria bater na esquerda. Fui com convicção porque sabia que a bola iria para lá. Só que ele bateu forte, pensei que a bola iria bater na trave. Comemorei como um gol quando vi que ela foi para escanteio."

 

Paulo Baier também deu sua explicação para o lance decisivo do jogo deste domingo. "Eu bati com a certeza que faria o gol. Bati forte, no canto. Normalmente a bola entraria. O que acontece é que o Felipe é um goleiro fora de série. O que eu posso fazer?", perguntou o principal jogador do Goiás.

 

Para harmonia do elenco corintiano, Felipe não quis capitalizar o sucesso. "Não jogo sozinho. É o nosso grupo que está conseguindo os resultados que precisa para não ser rebaixado. Sozinho ninguém faz nada. Estou feliz com o a minha atuação, mas foi o nosso time que arrancou o empate aqui", avisou o goleiro.



Tópicos: Corinthians

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