Rio inicia plano de licenciamento para Jogos Olímpicos de 2016
A previsão de receita com a venda de produtos oficiais é a menor dos últimos anos
RIO - A previsão de receita com a venda de produtos oficiais dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio, em 2016, é a menor dos últimos anos. O Comitê Organizador Rio 2016 lançou nesta terça-feira o programa de licenciamento de camisas, chaveiros, selos e demais mercadorias. Em Pequim, o faturamento com a venda de produtos licenciados foi de US$ 130 milhões (R$ 223,11). Em Londres, a previsão é de US$ 160 mi (R$ 274,59) e, para os Jogos do Brasil, de US$ 100 milhões (R$ 171,62 mi).
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A gerente geral de Licenciamento, Varejo e Concessões do Rio 2016, Sylmara Multini, classificou a previsão brasileira como "conservadora". "Ainda não fechamos nenhum contrato, estamos começando agora o processo de licenciamento, por isso o número é cauteloso", disse. A expectativa de desenvolvimento de produtos para os Jogos do Rio, no entanto, é mais otimista: 12 mil, ante 10 mil em Londres e 8 mil em Pequim.
O Rio 2016 espera ter 5 mil pontos de venda no País, com 150 lojas oficiais - 80% delas no Rio, as demais em "cidades-chave". O Maracanã, em reforma para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos do Rio, vai ter 6 lojas. Uma "megaloja" vai ser erguida na areia da Praia de Copacabana, na zona sul do Rio. O Comitê estima que a comercialização de produtos oficiais movimente R$ 2 bilhões no mercado brasileiro, com a venda no varejo.
Os primeiros produtos - selos, pins e moedas - começam a ser vendidos durante os Jogos de Londres. Segundo o diretor geral do Rio 2016, Leonardo Gryner, os produtos licenciados são uma forma de "engajamento com todos os brasileiros, já que nem todo mundo vai ter a chance de assistir aos Jogos de perto". Sylmara completou: "Nem todos vão poder vir, mas todos vão ter a chance de experimentar os Jogos".
Nesta terça, o programa de licenciamento foi apresentado a 150 empresas interessadas. Para cada categoria de produto haverá abertura de concorrência, que vai levar em conta não só preço, mas critérios como capacidade de fabricação, qualidade e comunicação.
A ideia é produzir produtos para três marcas: Jogos Olímpicos, Jogos Paraolímpicos e Time Brasil, como é chamada pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) a delegação do País. O Rio 2016 já começou a estudar formas de evitar a falsificação dos produtos oficiais.
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