Rubinho e Mano Menezes curtem a Indy em São Paulo
Os primeiros treinos livres da Fórmula Indy em São Paulo foram acompanhados de perto por várias personalidades na manhã deste sábado, no circuito de rua do Anhembi. Entre elas estavam Rubens Barrichello, piloto da Williams na Fórmula 1, e o técnico Mano Menezes, este último que até vestiu macacão de piloto para dar uma volta na pista, em um carro de dois lugares, durante atividade promovida por um patrocinador da equipe da brasileira Bia Figueiredo.
Rubinho disse que compareceu aos treinos por ser um apaixonado pelo automobilismo e pela própria Indy, além de ser amigo de Tony Kanaan, piloto da equipe KV. O brasileiro ressaltou a importância de São Paulo ter conseguido receber pelo segundo ano seguido uma etapa da categoria.
"É uma categoria especial... Eu acho que é tudo de excelente. Para São Paulo é ótimo, a gente traz muita gente de fora. O trânsito na Marginal (do Rio Tietê) não é pelo congestionamento, mas pelas pessoas que querem parar para ver a Indy", afirmou Barrichello, em entrevista para a TV Bandeirantes.
O piloto ainda revelou que deu um conselho a Kanaan ao ver de perto a pista do circuito do Anhembi. "Eu adoro a mecânica dos carros. Ainda tem uma certa ondulação na pista no concreto da parte do sambódromo, e isso eu já falei para ele (Kanaan). Como a gente conversa tanto, eu tenho a liberdade de dar esse toque para ele", completou.
Rubinho ainda lembrou do fato de que a prova deste domingo será realizada exatos 17 anos após a morte de Ayrton Senna, maior ídolo do automobilismo brasileiro. "Essas lembranças têm que ser boas. Eu lembro do Ayrton só sorrindo, com a mão dele no ar. Eu vi o capacete do Vitor (Meira, que fez homenagem ao piloto) e vi a imagem dele desta forma. A imagem do Ayrton é guardada como aquela dele dentro do carro com aquela bandeirinha (do Brasil) na mão. Hoje nem pode mais fazer isso, mas era uma coisa boa acordar cedo para ver o Ayrton carregando aquela bandeirinha", recordou.
Já Mano Menezes disse que estava ansioso para dar uma volta em um carro da Indy. "Vamos sentir isso de perto, vai subir muito essa emoção, essa adrenalina, vai ser algo muito legal. A máxima velocidade que já ''peguei'' dirigindo um carro foi de 140, 150 quilômetros por hora", disse o treinador, que poucos minutos depois comemorou a experiência. "Foi muito bom. Parece que você vai voar, é muito rápido".
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