Acabou a burrice? É hora de abrir um Vallontano

O 2000, como esperado, tinha cor evoluída, com aromas terciários, notas de couro e folhas secas. Surpreendeu pela vivaz acidez. No fim da vida, perfeitamente bebível, um belo acontecimento.

Luiz Horta, O Estado de S.Paulo

25 Outubro 2012 | 03h12

O 2002, por fatores climáticos, tinha taninos mais duros. Bebível, sem ser tão agradável.

O 2004 estava vivíssimo, complexo no nariz, com boa boca, mais potente e longo.

O 2005 foi meu favorito. Aromas de couro, torrados, algo de violetas e leve toque almiscarado. Na boca, uma demonstração prática de como a acidez natural da região pode ser aproveitada.

O 2007 não é um reserva, mas impressiona como é delicioso. Empatou com o 2005 como favorito e só preferi o 05 por estar com mais equilíbrio. Mas deem mais dois anos ao 07 e voltamos a conversar. Minha sugestão é comprar duas garrafas de cada, 2005 e 2007, para comparar agora e no

ano que vem.

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