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Ações da Vale sobem 3,5% após mineradora refinanciar dívida tributária

28 de novembro de 2013 | 14h 20
Reuters

As ações da Vale subiam mais de 3 por cento nesta quinta-feira, com investidores recebendo bem o anúncio de adesão da mineradora ao programa do governo de refinanciamento de dívidas com impostos, diminuindo pela metade o contencioso tributário relacionado a subsidiárias no exterior.

Mesmo a decisão da agência de classificação de risco Standard & Poor's de colocar o rating da Vale em perspectiva negativa, citando justamente o aumento da alavancagem como resultado da adesão ao programa Refis, não chegava a abalar o otimismo do mercado.

A Vale tem rating em escala global "A-" pela S&P e a perspectiva negativa significa que um rebaixamento da nota da empresa pode ocorrer dentro de 12 a 18 meses se a geração de caixa cair mais que o esperado por piores preços de commodities e maiores investimentos.

Às 14h15, a ação preferencial da Vale tinha alta de 3,47 por cento e a ordinária avançava 3,56 por cento. O desempenho da Vale puxava para cima o Ibovespa, que subia 1,04 por cento.

A decisão da Vale de aderir ao Refis reduz a dívida tributária de 45 bilhões cobrada pelo governo federal para um valor total de face de 22,325 bilhões de reais. A mineradora pagará 5,965 bilhões de reais no fim do mês para a Receita Federal e outros 16,36 bilhões de reais parcelados em 179 meses.

O BTG Pactual ressaltou que o valor presente líquido a ser pago --que desconta os pagamentos futuros a uma taxa de juros apropriada-- de 14,4 bilhões de reais apontado pela Vale ficou abaixo da expectativa de 22 bilhões de reais de analistas da casa.

"Não esperamos que essa transação afete o pagamento de dividendos ou os investimentos para os próximos anos, já que a companhia tem vendido ativos e fortalecido sua posição de caixa para tal", acrescentaram os analistas do BTG.

Na véspera, a Vale informou que o pagamento de dividendos será sustentado pelo lucro acumulado nos últimos exercícios.

Analistas do JPMorgan também classificaram a notícia como positiva para a mineradora, afirmando que a decisão acaba com o risco que envolvia o assunto e faz com que o foco se volte para a indústria e os fundamentos da empresa.

A Vale mencionou que aguardará decisões futuras do Supremo Tribunal Federal (STF) e Superior Tribunal de Justiça (STJ), e poderá pedir o retorno dos valores pagos à Receita dependendo dos resultados dos julgamentos.

(Por Priscila Jordão)



Tópicos: COMMODS, VALE, ACOES, ATUA*

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