Ales para lá de potentes

Batizada pelo gato Monster, mascote da cervejaria e falecido recentemente, esta barley wine da vertente americana tem 10,3%, lúpulo cítrico destacado e combinado a notas de malte, caramelo, frutadas e licorosas. Mais amarga e seca que as demais.

Bob Fonseca, O Estado de S.Paulo

09 Agosto 2012 | 07h51

Vai para o copo? Sim. Bela cerveja, mas, proporcionalmente, é a mais cara do trio.

Apesar do nome Red Ale, a receita de Campos do Jordão guarda mais similaridades com as barley wines. Tem 9,2%, notas de malte caramelo, um quê de frutas vermelhas e é pouco menos adocicada que a Fullers.

Vai para o copo? Sim. O álcool foge um pouco do equilíbrio, mas ela tem a favor a melhor relação preço-cerveja.

Baden Baden Red Ale

Origem: Brasil

Cerca de R$ 10 (600 ml)

Brooklyn Monster Ale

Origem: EUA

R$ 21 (355 ml)

Com origem ligada à aristocracia inglesa e à necessidade de uma bebida que pudesse ocupar o lugar do vinho - em períodos de escassez da bebida -, as barley wines estão entre as mais potentes ales. Nos EUA, o estilo ganhou vertente mais lupulada. Há no Brasil, ainda, a americana Anchor Old Foghorn, a argentina Antares, as italianas Birrificio del Ducato Prima e L'Ultima Luna e Baladin Lune e Terre e a escocesa Brewdog Bitch Please, entre outras.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.