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Antecipação da convenção do PMDB não pode servir para ameaçar Dilma, diz Temer

11 de dezembro de 2013 | 13h 34
Reuters

A antecipação da convenção nacional do PMDB, que decidirá formalmente sobre o apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff, como quer parte da Executiva, não pode ser usada como ameaça ao governo na formação das alianças regionais, disse o vice-presidente Michel Temer nesta quarta-feira.

Temer, presidente da legenda, afirma que se a convenção, que normalmente ocorre em julho, for antecipada não haverá nova deliberação.

"É uma convenção apenas", disse durante café da manhã com jornalistas.

"A convenção não pode servir como ameaça (à reeleição da Dilma), porque a ameaça não serve para o PMDB", acrescentou.

A antecipação da convenção nacional faz parte de um movimento de parte da Executiva nacional do PMDB, que tem pressionado o PT e Dilma por definições nas alianças estaduais.

Realizar a convenção em março ou abril, como está sendo cogitado, daria menos tempo de negociação ao PT e ao governo, já que a aliança em âmbito nacional com o PMDB é fundamental para Dilma. Com isso, os peemedebistas acreditam que teriam mais força para negociar o comando de palanques nos Estados.

O vice-presidente, porém, acredita que esse movimento perdeu força nas últimas semanas e que a convenção acabará ocorrendo apenas em julho mesmo. Ele também não vê riscos para a aliança nacional, mesmo havendo alguns diretórios regionais descontentes com as negociações com o PT.

No final de novembro, as cúpulas dos dois partidos se reuniram para negociar alianças em Estados em que a situação é mais delicada. Nessa reunião ficou decidido que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ajudaria a fechar um acordo no Rio de Janeiro e no Ceará.

Depois da reunião, Temer também reuniu-se com peemedebistas do Paraná e do Rio Grande do Sul. Ele acredita que nesses dois lugares, apesar do PMDB trabalhar por uma candidatura própria, não haverá dificuldades para a aliança com Dilma.

Ainda há negociações duras para a aliança entre PT e PMDB no Pará, em Alagoas e no Maranhão.

(Reportagem de Jeferson Ribeiro)



Tópicos: POLITICA, TEMER, PMDB*

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