Anvisa apura infecção de micobactéria em videocirurgias
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou ontem que pelo menos três pacientes que se submeteram a um tipo de preenchimento facial, procedimento estético não-cirúrgico, também podem ser vítimas das micobactérias de crescimento rápido que já causaram lesões de difícil cicatrização em 76 pessoas só neste ano.
Os casos, todos de pacientes do sexo feminino e que tiveram seus rostos afetados, foram registrados no mês passado em Minas Gerais e surpreenderam especialistas porque somente pessoas operadas por diferentes técnicas cirúrgicas, principalmente as videocirurgias, vinham sendo contaminadas pelos microrganismos.
O preenchimento facial é executado no consultório, e o médico apenas aplica injeções de produtos para recuperar o contorno e o volume facial - não há cortes ou introdução de cânulas no corpo do paciente. Todos os casos ocorreram após o uso de um produto à base de ácido poli-L-láctico, o Sculptra, fabricado pela Sanofi-Aventis.
Apesar de não haver evidência de envolvimento direto do produto nas contaminações, será feita uma apuração sobre o caso. Também serão analisados os procedimentos médicos e a água usada na diluição do produto. A Sanofi destacou ontem que o produto tem rigoroso controle de qualidade. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Siga o @estadao no Twitter
- 01 Petrobras busca reajuste de combustíveis via ...
- 02 Serra chama de 'lixo' livro sobre ...
- 03 Para bispo, ministra da Secretaria das ...
- 04 Japão mobiliza 900 soldados para ...
- 05 Retrospectiva 2011: Terremoto e tsunami matam ...
- 06 Mercadante quer dar bônus para escola que ...
- 07 PT reage a FHC: 'Disputa ideológica sobre ...
- 08 Irã bloqueia acesso ao Google e a outras ...
- 09 Presidente do PT critica privatizações ...
- 10 Para Marta, aliança entre Haddad e Kassab em ...
Grupo Estado
- Copyright © 1995-2011
- Todos os direitos reservados





