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Arce corrige dado sobre consumo de água em São Paulo

CIRCE BONATELLI - Agência Estado

26 Junho 2014 | 12h 45

O secretário de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo, Mauro Arce, corrigiu nesta quinta-feira, 26, um número citado por ele durante palestra realizada hoje para empresários e membros da Associação de Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB). Arce retificou que 87% da população abastecida pelo Sistema Cantareira diminuiu o consumo de água, e não 95% como ele disse anteriormente.

De acordo com o secretário, 87% da população atendida pelo Cantareira diminuiu o consumo de água. Destes, metade conseguiu economizar o suficiente para receber desconto na fatura. "E esses números vem crescendo", disse.

Em fevereiro, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) anunciou a oferta de desconto de 30% para a população atendida pelo Sistema Cantareira que reduzisse em 20% o consumo de água. O Sistema Cantareira atende a maior parte da região metropolitana e é afetado pela estiagem desde o começo do ano.

Em seguida, o incentivo foi ampliado para todas as cidades da região metropolitana atendidas pela Sabesp, independente de serem abastecida pelo sistema Cantareira. E, em maio, a empresa paulista ampliou o desconto também para as cidades de Bragança Paulista, Joanópolis, Nazaré Paulista, Pinhalzinho, Piracaia, Vargem, Hortolândia, Itatiba, Jarinu, Monte Mor, Morungaba e Paulínia.

O secretário acrescentou que em toda a região metropolitana, 79% da população reduziu o consumo de água, sendo que cerca de metade obteve o desconto. Mauro Arce avaliou que o incentivo à economia de água tem dado bons resultados, o que afasta a necessidade de aplicação de multa para aqueles que apresentem consumo excessivo de água. "Pelo sucesso do bônus, não foi preciso aplicar o ônus", disse.

Questionado pela reportagem, ele não descartou a hipótese de racionamento, mas disse que não é a melhor alternativa neste momento. "Se eu aplicar o rodízio de água em São Paulo, eu teria resultados piores que os de hoje. Se as pessoas ficarem sem água, não terão o bônus, nem motivos para alcançar a economia que estamos vendo hoje", justificou.

Mauro Arce reiterou que a Sabesp vem investindo cerca de R$ 2,5 bilhões por ano e que a crise de abastecimento não ocorre pela falta de aplicação de recursos no setor. A estiagem, segundo citou, é a pior da série histórica do Estado, de 84 anos.

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