As espadas do destino dividem o universo e inspiram as batalhas

A espada sombria Soul Edge (foto à esquerda) e a espada da luz Soul Calibur (à direita) são os pivôs da história do game. Ambas as lâminas são a materialização do poder. Quem as empunha tem acesso a poder inimaginável, para consertar, moldar ou até consumir o mundo – e talvez o universo. Alguns as desejam, outros as odeiam, mas o principal sentimento é de medo. Medo visceral e profundo do seu potencial. O maior problema das espadas é sua capacidade de regeneração. A Soul Edge, em particular, acaba criando mais problemas quando destruída. As lascas impregnadas de energia sombria da lâmina se combinam com qualquer armamento ao redor, podendo inclusive contaminar almas. A Soul Calibur, por mais pura que seja, acaba destroçando espíritos com a promessa de poder imediato e invencível. E, quando usadas em conjunto, as espadas são tão poderosas que colocam em risco o próprio tecido da realidade. A possibilidade de poder ilimitado e de corrupção total foram os principais motivos que atraíram Darth Vader e Yoda para a batalha. Um, desejando elevar o Império; o outro, defendendo a luz da ameaça crescente das trevas.

Jocelyn Auricchio,

11 Agosto 2008 | 00h00

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